Andrea Eboli
22 de outubro de 2026·47 min

O que você é que não aparece no seu currículo?

Neste episódio do Gerações Cast, Andrea Eboli e LG recebem Julia Adefonso e Pedro Lyion para investigar o que sustenta um profissional quando o currículo deixa de falar por si só. A conversa percorre redes sociais, inteligência artificial no recrutamento e transições de carreira para chegar a uma pergunta mais funda: você constrói uma trajetória que representa quem você é ou tenta se encaixar no profissional que esperam que você seja?

Resposta direta

O currículo guarda o que você tem: cargos, cursos, conquistas. Mas o que diferencia uma pessoa hoje é o que ela é, a individualidade que nenhum papel consegue registrar e que só aparece quando ela deixa de tentar imitar os outros.

Principais aprendizados

O que fica quando o currículo perde força

  • O currículo ainda existe e ainda abre portas em muitos lugares, mas captura apenas os skills técnicos. Ele é uma isca, não um retrato de quem a pessoa é.
  • As redes sociais assumiram parte do papel de chancela. Hoje muita gente escolhe alguém pela mini bio e pelo perfil antes de olhar qualquer histórico formal.
  • A experiência é individual e intransferível. Apagar a própria trajetória, como Andrea confessa querer fazer no LinkedIn, é apagar o que construiu quem a pessoa é hoje.
  • A inteligência artificial passou a ler o que se fala e se escreve, não só palavras-chave. Isso aumenta o peso de como você se comunica, não só do que você lista.
  • O padrão massifica. Quando todo mundo copia a mesma referência, o conteúdo pasteuriza e nasce a síndrome de estar sempre correndo atrás de um perfil comum que não existe.
  • A verdade aparece no diálogo, não no formulário. Perguntas não óbvias desarmam a pessoa e revelam quem ela é por baixo dos véus que foi acumulando.
  • O trabalho real de posicionamento é de curadoria: aproveitar o bom do que os outros fazem sem abrir mão da própria individualidade.

Perguntas frequentes

O currículo ainda representa quem sou profissionalmente?

O currículo representa o que você tem, não quem você é. Ele registra skills técnicos e trajetória formal, mas o que diferencia uma pessoa hoje é a individualidade, e isso só aparece na forma como ela se comunica, se posiciona e se revela fora do papel.

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Devo apagar meu passado profissional no LinkedIn quando mudo de carreira?

Não apague. Sua trajetória anterior construiu o profissional que você é hoje, e eliminá-la é esconder parte de quem você é. O caminho não é romper com o passado, é deixar o novo aparecer ao lado dele, mostrando a transição em vez de fingir que ela não existiu.

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Como a inteligência artificial está mudando a forma como somos avaliados profissionalmente?

A inteligência artificial deixou de ler só palavras-chave e passou a interpretar o que você fala e escreve, em qualquer plataforma. Isso significa que a forma como você se comunica, em vídeo, legenda ou mini bio, virou parte do dado que te torna encontrável, muito além do que está listado num currículo.

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Por que a verdade de um candidato só aparece na conversa, e nunca no currículo?

A verdade aparece na conversa porque o currículo é um filtro. Diante dele, a pessoa quer ser boa demais para não perder a vaga, então performa. É no diálogo, sobretudo em perguntas não óbvias, que as travas sociais caem e quem ela é de fato se revela.

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Conceitos relacionados

Transcrição

Olá, eu sou Andreia Éboli. >> Eu sou o LG. >> E estamos aqui em mais um podcast >> do André Eboly, >> Gerações Cast.

>> Tá bom. Então, Gerações [risadas] Cash. >> Gerações Castos de novo.

Uh, >> sempre, >> sempre. E a gente tá aqui, como vocês sabem, para fazer esse esse podcast ainda mais divertido, mais bacana, com mais informações legais para você. O podcast Gerações é um espaço onde a gente aprende e ensina.

um lugar onde gerações se encontram e aqui tudo acontece porque é um lugar mágico, é um lugar realmente que a gente se diverte fazendo e vocês com certeza vão se divertir aí do outro lado. E aqui hoje nós temos um assunto muito interessante com pessoas muito legais. Então para começar a gente vai pedir para eles se apresentarem.

Só que a apresentação não é uma apresentação tradicional. Essa que eu te falei que você é a única que você podia estudar hoje. Sim.

>> É. E essa apresentação é a seguinte. Olhando as tuas últimas pesquisas no Google ou em alguma rede especial aí que a gente já foi evoluindo essas perguntas, quem é você?

Conta um pouco da sua história através das suas pesquisas. >> Bom, você primeiro. >> Pode começar.

>> Os mais experientes podem estar. >> Ah, não. As mais as mais bonitas.

[risadas] As mais bonitas. >> As mais bonitas começam primeiro. >> É porque ela estudou.

[risadas] ela sabe. >> Nossa gente, que pressão. Calma.

Bom, eu sou a Júlia Defonso. Eu, de acordo com a minha busca na IA, porque um belo dia eu pesquisei no Google quem é Júlia De Fonso, para ver se ele tava entendendo tudo que eu tava fazendo. Ele diz que eu sou a fundadora da agência JF, que é uma marca especializada em criação de conteúdos pra rede social, branding, rebranding, enfim, que eu produzo conteúdo na internet desde muito cedo, apesar de não ser uma influenciadora nem nada do tipo, eu sempre tive um viés muito grande voltado pra comunicação e também ele dá alguns informações extras sobre projetos escolares.

A gente tava conversando aqui nos bastidores, eu contei um pouco sobre meu projeto de TCC, algumas coisas que eu sempre gostei muito, gosto muito de ler, gosto muito de estudar e de acordo com o Google, essa é a Júlia de forma bem resumida. [risadas] >> Muito bom. >> Resumiu bem >> a minha a minha pesquisa.

O que que dá? Quando você pesquisa Pedro Leon, eh, aí vai te dizer que ele é o fundador da Pedro Leon Astrologia, que é um uma empresa que existe há mais ou menos 5 anos nas redes sociais, que trata de atendimento astrológico, né, de assessoria astrológica e que também trabalha com a leitura de baralho cigano e e psicoterapia umuiana. Então ele ele traz um pouco isso e traz muito focado na região onde eu atuo.

Isso ele fala porque tá muito ligado ali com o Google e tudo mais. Então é uma referência desse atendimento online aqui na zona oeste de São Paulo, mas obviamente para todo o Brasil. Então é um pouco isso que a gente as LLMs e os Googles da vida estão muito bem treinados para vender vocês dois bem para caramba.

Olha >> André. Nossa, fiquei até com vontade de fazer o meu [risadas] para ver qual o que que tá dizendo. Isso é verdade mesmo.

Bom, e o nosso assunto hoje é um assunto muito interessante, que é vocês contarem pra gente aquilo que não tá no currículo de vocês. E aí, para começar, eu já quero fazer a primeira pergunta, que é: vocês têm um currículo? >> Nossa, tem um currículo?

>> Nossa, ótima pergunta. Ótima primeira boa [risadas] pergunta. Você tem um currículo?

Uma pergunta boa para fazer em 2026, né? E aí >> eu não tenho mais um currículo. Confesso que o meu, já faz um tempo que eu dei uma aposentada nele, mas como eu abri a empresa hoje em dia, eu até acho curioso.

Eu faço pós-graduação, eh tô terminando a segunda já formada, n cursos, mas eu não tenho currículo, eu só pego a bagagem do que eu venho aprendendo, porque quando o cliente vai me contratar, ele não pede para olhar qual foi a minha experiência, onde eu estudei. Na verdade, as conexões que eu crio são muito importantes. Acho que por isso a parte do currículo, da forma mais formal de se dizer, faz todo sentido para mim, mas ter um currículo físico, encaminhar pras pessoas, hoje em dia não faz diferença nenhuma na minha vida.

>> Olha, >> é a geração é curiosa. Nossa, gente, é como é diferente, né, a percepção da geração, porque eu há todo mesmo que fazem dois anos que eu saí do mundo corporativo de uma vez, né? Eu tô nessa passagem, nesse, nesse, nessa passagem da, do, da corporação pro, pro mundo autônomo fazem 10 anos.

Então, na verdade, ainda é muito forte no meu mindset a história do currículo. Então, por exemplo, logo que eu saí da minha última experiência eh corporativa, eu atualizei o o a gente pode falar o nome das redes sociais, pode falar. E eu atualizei o LinkedIn.

Então lá tem, se você, se você entrar no meu LinkedIn hoje, lá lá tá atualizado pelo menos até 2025 todos os cursos de astrologia, a minha pós-graduação em psicologia analítica, eh os cursos de de atualização que você vai fazendo. Então isso existe, isso isso tem. Mas é uma pergunta interessante porque na verdade o currículo dizia muito a respeito de de você, né, do seu trabalho e da sua experiência, do que tá lá, eh, do que o outro pode saber por você.

Mas hoje, por exemplo, o Instagram é um é um currículo muito maior, porque ele te dá a oportunidade de você mostrar o que você fala, o que você sabe. Então, >> eu acho que é diferente a relação mesmo, né? Eu acho que você vê que ela já não traz muito.

Para mim ainda é uma coisa do tipo, nossa, acho que é melhor em algum lugar da minha cabeça, é importante manter as informações atualizadas, né? Não, uma coisa legal que você trouxe é eu atualizo o meu LinkedIn porque eu considero como se fosse um recorte da persona profissional. Então eu deixo o meu LinkedIn sempre atualizado, tá tudo certinho, os cursos, o que eu faço, quando eu vou fazer algum projeto, então eu coloco, eu posto, sou bem ativa e gosto de deixar todas as referências.

>> Sim, >> mas eu não considero como um currículo essencial, até porque eu não encaminho isso para ninguém. Se alguém quiser me conhecer por lá, seja muito bem-vindo. Mas não é como se eu, tipo, tivesse que entregar isso para alguém para conseguir alguma vaga ou para conquistar algum cliente novo.

>> Sim. Sim. Não, isso é um bom ponto, porque é isso, lá tem um pouco da experiência acadêmica e de algumas coisas que eu publico de de conteúdos astrológicos, mas claramente eu não eu não é o que a Andreia perguntou, né?

Eu não tenho, eu não falo: "Olá, cliente novo, deixa eu te mostrar aqui. Toma aqui". >> Eu fico pensando mesmo pras empresas, né?

Hoje em dia você pensar no currículo em si, né? Porque assim, eu vim da época onde eu nem vou falar, mas meu primeiro currículo [risadas] foi com máquina da de datilografar. >> Foi o meu primeiro currículo assim de tipo primeiro emprego na vida.

E aí depois veio a história, mas sempre veio o papel naquela história da entrevista, chegar com o currículo impresso, assim, gente, isso é uma coisa muito complicado né >> né? muito de antigamente, mas se você pensar bem, a gente ainda usa esse mesmo método de currículo, de inscrição, >> quem que onde eu fiz, o que até hoje a gente faz isso, né? E pensar o quanto isso assim, será que isso é antigo?

Será que isso é defasado? Será que você bater olho em duas folhas porque não pode ser mais do que duas, tinha umas regrinhas assim, né? Será que isso mostra quem é você, né?

Uma coisa muito louca para um processo seletivo, né? >> Você pensar o modos operando de padrão do mundo corporativo é te avaliar pelo seu currículo ainda. É.

É. Imagina, a gente tem mais de 20 milhões CNPJ no Brasil. São 20 milhões de empresas contratando pessoas por meio de currículos, sem dúvida.

Mas os mais modernos, eles já começam a cruzar outros tipos de dados, né? Então, é verdade que o currículo em papel já praticamente não tem mais, mas se a gente buscar posições mais de entrada de base, por exemplo, caixa de supermercado ou ajudante, não sei das quantas, ainda se usa currículo em papel muito, porque você deixa o currículo lá na empresa, deixa na recepção, etc. Mas ao mesmo tempo, se a gente vai paraa outra ponta, o Instagram que não tem esse job por definição, ele ele ocupa esse papel >> de te chancelar.

>> É. >> E aí você, especialmente você que já trabalha com isso, essa visão de ora você tem autoridade, ora você tem notori, você só consegue minimamente constatar entrando no perfil no Instagram. É, >> não, realmente assim até uma coisa legal, porque hoje em dia eu presto muita consultoria para quem tá querendo começar ou criar conteúdo paraa rede social, então realmente um criador de conteúdo, ou se, por exemplo, a pessoa tem uma agência e tá querendo começar, tá dando os primeiros passos, ainda é uma Eugência, ela centraliza tudo.

Então, eu tenho dois formatos de mentoria. >> O formato que eu mais fecho é pelo Instagram. Então eu entendi que na minha visão e no meu mercado hoje em dia, faz muito mais sentido eu investir no meu Instagram e eu coloco hoje tanto o Instagram da agência quanto o Instagram da Júlia como prioridades paraa minha equipe produzir, porque eu tô aqui com vocês agora, então eu não consigo ter tempo de editar, de fazer os papéis que antes eu realmente executava.

Então, a minha equipe consegue colocar tudo que eu tô produzindo pra gente ir soltando e de uma forma ou de outra ir agregando novos clientes, porque é isso, a gente passa autoridade, passa credibilidade e a rede social ela entra nesse outro papel que antes não tinha tanto. Até uma coisa, eu utilizo o currículo para obviamente fazer uma seletiva quando eu tenho que contratar alguém novo pra agência, mas a coisa que mais separa para mim do que só o currículo, porque eu já peguei gente que não tinha experiência nenhuma, mas eu pedi pra pessoa gravar um vídeo contando sobre ela. Isso ter acontecido bastante, né?

Grava um vídeo, conta suas principais conquistas aprendizados. >> E eu gosto de pedir mais do que isso. Eu peço para não te falar do profissional, tipo, me fala sobre você, pessoa, eu quero conhecer.

Tanto que uma das minhas estagiárias, ela só foi contratada porque ela falou: "Cara, eu tenho um namorado, mas ele não sabe que a gente namora". E eu falei: "Gente, mas ela é maluca, >> já chamou atenção dos primeiros segundos". Super, tipo assim, ela conseguiu me pender na line.

Eu falei: "Ã". E aí ela foi contando, era o Edward de Crepúsculo, que ela é apaixonada pelo Robert Patson. E ela colocou edit e eu falei: "Essa menina é muito criativa, tipo, a estrutura que ela fez, a narrativa me prendeu.

Então eu falei: "Ela tem um potencial gigantesco, não tem nada a ver. " E ela era de outro segmento, não trabalhava com rede social. Seria a primeira experiência.

E eu falei, ela me aprendeu, então tem como a gente construir juntas. >> É porque o currículo é uma coisa seca, né? É aquele papel lá que e na verdade independente agora mesmo no online, mas mesmo no Linked você tá ali colocando.

E tem uma coisa também de julgamento de valor, né? Eu tava pensando nisso esses dias, porque eu também tenho assim, eu eu tenho uma vida acadêmica forte, porque eu sempre gostei da minha vida acadêmica e tive a minha vida profissional forte e agora eu tô dando mais valor à minha vida acadêmica, então eu tô virando mais pesquisadora, doutora de tudo que eu estudei do que efetivamente a a minha vida corporativa. Então eu tô fazendo esse essa essa essa mudança e a minha vontade é entrar lá, tirar todos os meus cargos, sabe?

[risadas] E aí, mas aí toda vez que eu entro eu não tenho coragem. Aí eu falo: "Não, não vou [risadas] fazer isso, não, não vou fazer, não vou mudar". Então essa pergunta para vocês, acho que talvez a Júlia ainda seja muito recente para ela, mas para vocês dois que tiveram essas transições de carreira, como foi fazer essa mudança no LinkedIn, por exemplo, ou então no seu posicionamento nas redes sociais?

Teve essa coisa do deixo para trás e mudo tudo? Vou na coragem, vou aos poucos, como é que eu vou construindo uma coisa em cima da outra? Como é que foi essa mudança aí?

E aí pros dois lá, >> agora tô entrevistando os dois. >> Olha, eh, para mim, Andreia, é assim, isso é muito recente, na verdade. >> Uhum.

>> Porque se até 2024 eu ainda tava na no trabalhando no mundo corporativo como gerente de treinamento, então eu ainda mais começa aí há uns três, 4 anos atrás eu ter que pensar. falava, já tá chegando a hora de eu fazer essa transição. Como é que eu quero me posicionar, né, em relação em relação ao mercado?

Eu já tinha separado isso, eu já tinha feito isso. Eu já tinha feito há uns na época da pandemia, eu já tinha separado o meu meu o meu >> meu Instagram, o o pessoal do profissional. Então, já tinha perfis separados, né?

já tinha feito essa separação porque eh eu falava, não tá começando a misturar e eu quero focar na astrologia e ter esse espaço na astrologia aqui, ainda que mais claudicante, ainda que não seja, eu não pose tanto, mas ter um espaço que fale que eu sou essa pessoa que que sou este profissional. Mas o currículum, já que a gente tá falando desse lugar da experiência, se você for lá hoje, eu dei uma boa enxugada, mas isso eu já tinha feito uma enxugada já na num num momento de de mudança de empresa, porque a consultoria realmente, tipo, você vai focar numa experiência que você quer continuar, então você dá uma secada em experiência e outra, tal, não sei quê, mas se você for lá, então eu não acho que eu fiz essa mudança total ainda, né? que é óbvio, ela ainda tá lá.

Nunca tinha me perguntado por, mas assim, o novo, o novo Pedro já está lá, então já tem um Pedro que é astrólogo, que é psicoterapeuta formado, que tem que que faz grupo de estudo, grupo de leitura semanalmente. Então, existe essa essa transição, você vê lá, mas essa ruptura com esta história, ela não está lá. Existe, a pessoa vai saber, a pessoa que olhar ela vai saber da onde eu vim e qual foi essa minha história profissional.

Mas sim, dá vontade de tirar. Mas e aí? Você apaga hisória, né?

De vez em quando as pessoas me perguntam assim: "Ah, quem é André? " Eu digo assim: "Quem eu fui? Quem eu sou?

Quem eu serei? " [risadas] >> Qual parte que você quer? >> Qual das partes que você quer?

Porque no fundo eu eu eu me vejo mudando. A pessoa que eu sou hoje é completamente diferente da do passado e vai ser muito diferente da que eu quero ser ainda. Então [roncando] eu acho que viver essa transição é importante e o currículo tem de alguma forma, talvez não eh, como é que chama?

Online assim, mas ao longo do tempo a gente vai ajustando gradativamente. >> Eu não sei se também ter ali também te dá uma noção de tempo, né, do tipo de olhar, falar: "Nossa, fiz tudo isso, que legal". E tem coisas que você volta a fazer, né?

A gente tava falando agora aqui, nós estamos aqui nessa história. Eu acabo tendo que gravar vídeo no Instagram e eu tinha uma um uma experiência disso na comunicação, nas empresas que eu trabalhei, nas áreas de comunicação e marketing que eu trabalhei. Então, de qualquer forma, isso isso vai construindo quem é você, né?

>> É, é. Eu eu pensando aqui, eu sempre fui bem intencional no LinkedIn desde o início que eu entrei, entrei no Twitter logo no início, Facebook, era Orcut, Facebook. Então eu sempre fui muito ligado nas redes sociais, muito, sempre gostei.

>> E aí eu me tornei top voice no LinkedIn faz uns sei lá, quase 10 anos já faz uns 7, 8 anos foi no mesmo ano que o CEO do Itaú entrou e isso só amplificou um pouco a voz ali no LinkedIn, mas a o trabalho continua sendo o mesmo. Acho que o que muda é o nível de intencionalidade. Então, por exemplo, quando eu trabalhava lá com startups, eu tinha um uma forma de postar, de me posicionar que era muito mais pro mercado de VC, venture capital e startups.

Depois que eu assumi como CEO lá da Consultoria de inovação, para mim o LinkedIn virou outra coisa, virou uma máquina de geração de oportunidade de vendas. E eu eu tive dezenas de contratos fechados via LinkedIn. Então o LinkedIn para mim ali era não era um currículo, ele era uma espécie de uma de uma prateleira onde eu tava num shopping assim, uma uma vitrine e tinha um monte de empresa passando na minha frente que buscava atraí-los por meio de conteúdo e aqueles que fisgavam eu conseguia fechar contrato e vários contratos fechados assim, vários e vários.

Depois como diretor da Cimed não, aí ali foi só para compartilhar conteúdo mesmo e transmitir pras pessoas que me seguem. Hoje são quase 40. 000 pessoas lá noedin.

Eh, como que era a realidade da simétic? As pessoas têm muito interesse saber se o João Adib daquele jeito mesmo, se a cara daquele jeito, Carmedia aconteceu, foi pensado, foi não foi pensado, etc. >> E depois que eu saí em março e abri minha empresa, eu uso ele hoje muito mais de novo como a máquina de vendas.

>> Uhum. onde eu posiciono o que eu faço focado muito muito intencional na minha persona, com a proposta de valor e eu tenho uma certa dinâmica de cada semana eu tô batendo num ponto diferente. Então tem uma semana que é um gatilho social de provar e validar o que eu tô fazendo.

Outra semana é para inspirar, outra semana é para me cravar minha autoridade num podcast, numa palestra, numa pessoa importante. Então eu sempre uso ele de maneira muito intencional. Há um ano e pouco, mais ou menos, eu comecei a trazer isso pro Instagram, testando muito, muito suavemente.

Até falei com o André hoje de manhã sobre isso, muito suavemente. E desde que eu abri a minha empresa, eu tô tentando ser mais intencional no Instagram, que é também um negócio muito particular, né? Um jeito de fazer, como fazer, a hora de fazer regra >> não tem uma regra.

Então um negócio que é um desafio maior, sabe? Bem maior. >> E uma coisa que eu tenho visto muito também ultimamente, as pessoas pedirem a mini bill.

Não pede o Instagram, n, pede a mini bill. E aí depois que eu vou pra reunião, o pessoal fala assim: "Ah, você fez isso, isso, isso". Eu falei: "Ué, como que você sabe?

" Daí ela não fala LinkedIn. Ela fala: "Não, eu entrei no seu Instagram, eu vi". Então, me parece que a mini Bill é como se fosse um shortcut, né?

Um, é um, é um atalho >> para você ter um tweet da pessoa, porque ninguém mais tem tempo de ler três páginas, de É assim, é tão rápido, é tão rápido, é como se fosse um swipe ali do Tinder >> ou de Scroll no Instagram, no TikTok, que a pessoa tá te avaliando por um mini bill. Aí ela gostou da sua mini bill. É, são equivalente aos 2 tr segundos do vídeo.

Legal. Deixa eu chamar esse cara para conversar, quero ver se rola alguma coisa com ele. Então é um pouco disso assim que eu tenho presenciado, sabe?

>> E e uma pergunta para você, se vocês acham que agora no futuro, com todas essas inteligências artificiais, o que que vai ser esse me vender, né? Porque tem um vender social de reputação, de construção, de engajamento. Acho que a Júlia sabe mais do que ninguém.

Mas tem um outro lado de me vender no meu posicionamento para uma empresa, dos meus serviços, das minhas competências, das minhas ferramentas. O que que vai ser isso no futuro? >> Pergunta complexa, hein?

Sim. >> Caramba. Eu acho que assim, a gente tá tendo uma mudança muito grande na parte da IA e obviamente vai influenciar todo o mercado, mas o que eu acho interessante pro recorte de currículo ou para um recorte de posicionamento é que agora a gente tem que se preocupar muito mais com o que é falado, com o que é escrito, seja numa mini bio, seja num vídeo, porque agora o algoritmo consegue escutar e traduzir o que você tá falando dentro de um conteúdo, ou seja, em qualquer lugar que você decide se posicionar para que a própria inteligência artificial consiga criar um uma base de dados.

para facilitar um recrutamento. >> Então aí a gente pode colocar como, por exemplo, ah, me sei lá, me traga fast foods famosos no Brasil. Ele já vai trazer um McDonald's, ele já vai conseguir visualizar de forma ampla as principais marcas de acordo com pesquisa, de acordo com dado, de acordo com posicionamento e isso vai acabar refletindo nos profissionais.

Então, acho que é uma união de inteligência artificial com posicionamento no digital. As pessoas têm que estar, seja num LinkedIn, seja no Instagram, vai chegar um momento que cada vez mais o TikTok vai estar forte. Ele já é muito forte, mas ele ainda é muito forte pro entretenimento.

Eu acho que a gente tem o shoptainment, a gente tem toda essa movimentação em um dado momento, acho que vai vir muito da carreira também pro TikTok, porque tem posicionamentos e conversas mais profundas do que o Instagram, porque parece que você tira aquele filtro do performático e consegue ser um pouco mais real. E eu acho que isso vai ser levado aos poucos também para uma produção de conteúdo diferenciada de posicionamento profissional. E a partir disso, eu acredito muito que a inteligência artificial ela entre num papel de filtrar e começar a ligar os pontos para indicar um profissional indicado para um segmento ou para outro.

>> É porque se você pensar, vamos, ó, todas essas redes, né, passaram por evoluções, né? A gente teve o Orcult, depois a gente teve o Face, depois a gente teve o Insta. A parte o LinkedIn tá assim há x anos sozinho ali.

Não apareceu nada novo, não apareceu nada diferente. Aquela página principal onde é a sua bio, sua experiência profissional, que é um currículo praticamente ali dentro, não evoluiu nada. Aquele premium que que se tem lá, que você pode >> assimum muita coisa, >> não muda muita coisa.

Nem quem tá procurando emprego acho que aquilo vale a pena. Já escutei isso várias vezes. Então assim, ficou para trás essa coisa do posicionamento, ajuda ao posicionamento estratégico.

Ou você é totalmente ativo e acaba tendo um posicionamento lá dentro mais claro. Agora você como um mero profissional ali tentando se recolocar, tem nada novo. >> É o que a gente pode pensar é o seguinte, né?

Nesse sentido, o LinkedIn, ele foi criado lá pelo Reid Roffman, que fez parte do time fundador do PayPal e que teve um uma equipe que saiu e foi fundar o o YouTube e ele saiu e foi fundar lá o LinkedIn. Ele vendeu o LinkedIn pra Microsoft. >> Então vamos pensar o seguinte, o LinkedIn ele é um produto de uma gigante.

>> Essa gigante ela não tem a mesma capacidade de inovar, de de questionar que uma startup tem, né? Então, talvez isso explique parte do processo dele tá andando meio que de lado nessas nesse ritmo de evolução. Ao mesmo tempo que com as LLMs, especialmente falando CHEDPT da Open AI e o próprio cloud da Antropic, ele ele ele instalou como se fosse features dentro da plataforma.

Se você clicar no seu perfil lá na Bill, por exemplo, ele já fala o seguinte: "Olha, quer que a IA te sugira? " Então, tem uma IA lá dentro que ela avalia o seu perfil e fala: "Olha, diante do seu mercado e do que os os head hunters, porque esse é o objetivo do LinkedIn, né? avaliam, deixa o texto desta maneira.

Então ele te faz uma sugestão de texto. Inclusive existe um mercado disso que são os consultores de perfil no LinkedIn que ele te ajuda a montar lá as taglines, qual é a sua bio, como que você cria a narrativa das suas da sua carreira. Eu mesmo, a minha bio, ela já foi mais de 10 versões.

Dependendo de quem eu tô focando no momento como posicionamento, eu eu direciono para ela. >> Então esse é um ponto só, mas eu acredito que do ponto de vista de conectar, achar pessoas, a gente viveu déc as últimas décadas do SEO do Google, né, que é a engenharia de busca, que basicamente tá pautada em palavra-chave. Instagram também tem palavra-chave.

A a máquina ela lê palavra-chave em qualquer plataforma. acontece que com as IAS agora a gente tem o Dial, né, que é a são os agentes, portanto a inteligência artificial agêntica que ela tem interface te sugere. Isso impacta tanto vendas como sugestão de produto para comprar, clicou, comprou, one by one click lá, como também pessoas.

Então, me parece que a gente já está vivendo essa transição. >> Eu também acho. Eu acho que a gente já vive e eu acho que os profissionais têm que começar a ficar esperto com isso, porque é uma é uma mudança com certeza.

E até agora o próprio grupo Meta lançou a própria IA deles, né? Então é, e o que vai ser interessante é exatamente isso. Além de sugerir, o foco deles é em curtar o caminho.

Se eu quero comprar uma coisa X, eu vou perguntar: "Me indique uma marca que venda um produto assim, assim, assado. " E a proposta é que dentro da plataforma ele já consiga usar as palavraschaves, mas principalmente que foi dito em vídeos para poder ler aquela narrativa e te entregar o que você tá pedindo. >> Não, esse M é absurdo, tá?

Eu comecei a usar ele agora assim, [risadas] ele é ele é muito diferente porque ele gera uma interação com você. Então, por exemplo, sei lá, agora acabei de voltar porque a minha filha correu uma maratona e aí eu fiz várias perguntas de maratona para ele. Quando acabou a maratona, ele falou: "Putz, você deve est exausta.

Ele não sabia que era eu. Você deve est exausta. Olha, eu tô te mandando aqui agora um texto para você se recuperar da sua maratona.

Cara, eu não pedi nada, eu não fiz nada, eu me mandou, >> ou seja, proativo, né? [risadas] Hoje ele cedo, não se esqueça que hoje é o dia do teu podcast. Por quê?

Porque ele acessou sua agenda. Aou minha agenda, veio, [limpando a garganta] já mandou. Então ele ele é uma interação que você fala, cara, isso vai mudar.

Você imagina se ele também começa a te dar ajuda no na tua carreira. >> Não, isso é engraçado, né? Porque essa é uma grande discussão dentro do meio astrológico, porque na verdade a gente tava até falando antes, né?

e tem um limar muito têno e entre existe lá o que é o signo tal, o que é o que como o mapa tal e obviamente que a gente usa, obviamente que a gente acessa, mas tem uma coisa aqui pra gente da astrologia que é muito importante que é a troca, >> porque eu não, hoje eu não consigo, eu consigo ter toda a técnica do mundo, mas o raciocínio de como aquilo se aplica na vida da pessoa é importantíssimo. Mas realmente na parte é das redes sociais a gente vê que a Iá ajuda muito a criar, porque por exemplo, a gente vai ter um texto mais rebuscado. Então claramente hoje todos os textos, quando eu posto lá o Diário da Lua, por exemplo, aqueles textos eu passo por uma revisão que ele já traz e eu peço um pouco desse dessação.

>> Agora a pergunta, você passa por uma revisão ou você faz, deixa ele fazer e você revisa? >> Eu faço, eu faço os dois, Andreia. Eu faço, eu faço um primeiro, >> porque eu sou muito do, do falar e do vídeo.

Então assim, eu faço um primeiro, ele dá uma revisada, só que tem alguns contextos que aí tem conceitos que você olha, você fala: "Putz, isso aqui não, isso aqui, isso aqui tá errado". E aí é muito mais no conceito do que no formato. O que ele traz, que é muito legal é o formato mais mais vendável, mais fácil de de compreender, né?

que muitas vezes a gente, como tem a técnica muito arraigada, a gente fica nesse lugar da técnica, mas ele traz essa essa perspectiva e uma perspectiva um pouco mais resumida muitas vezes, porque é o que vocês estavam falando, a pessoa tá tá escrolando lá, ela não quer, tem gente que vai querer e aí a gente e aí o padrão do pessoal da astrologia é usar isso na é usar isso na na legenda, entendeu? Aí você bota o textão lá da galera que gosta de ler, mas o chamativo ele tem que ser algo objetivo mesmo, entendeu? Mas é um lugar que ainda é um pouco anterior do que qualquer outro bem de consumo, outro outro serviço que a gente que a gente faça, entendeu?

>> Agora, voltando pro CV, pensando nessa história da construção do CV, porque assim, ali todo mundo é lindo, né? Eu lembro uma vez que eu tava fazendo seleção do processo de trein da Natura e foi muito engraçado porque vinha aqueles assim era ano pós ano assim todo mundo lindo maravilhoso estudioso formado nas melhores universidades, tudo que contando historinha bonitinha assim. E aí um dia eu falei para eles, eu falei: "Não, gente, história bonita eu já sei, eu quero, eu quero que vocês me contem os podres de vocês aqui.

Quero que vocês me contem as coisas que não estão. " Quem veio de ônibus para cá, quem não veio, quem tem, quem quem ajuda em casa, quem tem? E eu comecei a buscar para poder realmente trazer essa outras histórias, porque no fundo as pessoas se comparam tanto que elas colocam o bonitinho.

Então eu tenho que me comparar. Ó, você acho que foi, eu te contratei, não lembro >> não, mas mas certamente eu era o >> mas certamente o LG era diferente. Tinha sido camelô, uma história da família dele, uma história super bacana.

Eu te eu se eu tivesse lá eu tinha te contratado. Então eu acho muito bonito quando as pessoas conseguem ser tão verdadeiras, né, e tirar esse padrão e que elas conseguem se expressar. E aí vem a pergunta: "E se o nosso currículo tivesse nossos erros também?

" É, eu acho que isso, eu acho que isso é bem é bem impactante, André, até por eu ter sido uma pessoa de recursos humanos também um bom tempo. >> Eh, é assim, você tem um perfil que você quer e você tem um perfil muitas vezes de atividades que são muito, você tem ali os skills que a pessoa precisa ter e você tem o que que ele vai fazer e você sabe, então você vai muito focado nisso. Agora os erros, a empresa e o profissional que tá contratando tem que estar com a cabeça aberta para poder para poder olhar e entender e humanizar aquilo ali.

Eu acho que funciona. Eu acho que o que a gente tem hoje, tô fora de RH faz tempo, tá? Mas é, eu acho que o que a gente tem hoje é é conseguir entender essa perspectiva integral quando você vai fazer uma contratação, é ter essa é ter essa integralidade.

E eu acho que não sei se os erros, mas ter o lugar de uma história que não deu certo como você trouxe é importante, porque na verdade o dia a dia de um profissional é lidar com é lidar com problemas a resolver. Então, como é que você lida como é que você lida com com questões mais graves? Eu acho que isso é olhar o ser humano numa perspectiva.

>> Você perguntou isso, Júlio, assim, qual foi o erro que você, como é que você tomou uma decisão diferente? Você já errou? Confesso que foi uma pergunta que eu não fiz, mas tenho, eu tenho uma crítica sobre, porque eu acho que a gente tem essa visão de que realmente tem que mostrar, tem que tá trazer o erro à tona, mas se você virar para uma pessoa e falar qual foi o seu maior, qual é o seu maior erro, seu defeito?

Ai, é que eu sou muito perfeita, até isso já tá [risadas] meio canizado. Talvez a estratégia de contar uma história pessoal funcione melhor por causa disso. >> Eu até fiz um processo seletivo na Natura quando eu comecei, eu entrei na faculdade e logo em seguida entrou a pandemia, né?

Então assim, eu tava louca para começar a trabalhar na minha área e comecei a disparar currículo para tudo quanto era lado. Eu e meu CV contra o mundo. Não, não foi bem assim que aconteceu.

A bunda trocou para outro lado e eu consegui inclusive meu trabalho. Trabalhei na TV Gazeta. foi por rede televisiva e foi pelo Instagram, não foi por currículo.

>> Quem pegou a referência é o trecho de uma música eu e [risadas] você contra o mundo. >> Eu adoro esses J, cara, o tempo inteiro. >> Então, a grande questão é essa.

Acho que quando a gente começa a querer colocar vai num currículo pra pessoa definir um defeito e colocar quais foram as dificuldades, sempre vai ser muito performático, porque a pessoa não vai querer perder a vaga. tem um filtro muito grande. Eu acredito que se for para trazer, por exemplo, alguma pergunta como essa que mostre um desafio ou que traga qualquer perspectiva com muitas aspas negativa, tem que ser num bate-papo, porque a pessoa solta e tira todas as travas sociais e aí fica muito mais leve para ter um diálogo.

Então, até trazendo de novo, a mesma pessoa que eu falei que eu fiz o processo seletivo com o vídeo, no primeiro bate-papo que a gente fez com ela depois, que ela foi aprovada na primeira fase, a gente fez pessoalmente pra edição e tudo mais e conversando. E ali ela se abriu de várias coisas com a gente e de aspectos positivos, aspectos de dificuldade, porque ela tinha saído do último trabalho e aí a gente foi ali contornando e conhecendo mais a pessoa. Mas eu acho que é mais sobre isso, sobre ter esse filtro, porque no currículo as pessoas querem ser muito boas para conseguir aquela vaga.

E aí quando a gente traz no tete a tete, fica muito mais fácil criar esse relacionamento. >> É. E talvez o o currículo ainda apenas compra a parte, minha opinião, ainda compra apenas a parte dos skills técnicos da da da experiência técnica da pessoa.

Skills, eu acho que é tes a tese deveria ser a isca, né? Vamos pegar uma linguagem digital, o currículo ele é uma grande isca do tipo, olha, você tá vendo lá um treino, tem 15. 000 candidatos por vaga.

Hoje a IA consegue te ajudar bastante, o que que você valoriza para te trazer. Mas acho que no fim do dia hoje, né, pensando em 2026, uma pessoa que ela é convidada para uma entrevista, ela minimamente ela vai entrar numa IA, seja o Gemini do Google, seja o GPT, seja qualquer, ela fala assim, ó, eu vou nessa empresa, me dá aqui quais são as perguntas que devem cair para eu dar uma estudada. minimamente as pessoas fazem isso hoje.

O que por um lado mostra que é um um preparo, uma capacitação de chegar lá mais preparada, ao mesmo tempo ela é é natural, ela vai se engessar porque ela vai preparar para aquilo. Qual uma forma boa de fazer isso? É você fazer perguntas não óbvias, perguntas não não típicas, né?

Eu tenho um cliente que esses dias ele falou assim: "Cara, me ajuda a contratar esse diretor aqui, tipo um R lá, um diretor. " E eu fiz três entrevistas com três finalistas e os três travaram num determinado momento do mesmo momento da entrevista, onde eu faço perguntas que não são as perguntas típicas do que que você já fez, que que você não fez, que que deu certo, que isso é errado. Exemplo, coisas bobas.

Exemplo assim, ó, >> ó, tô pegando a dica. >> Se eu ligar pra sua esposa, seu namorado, seu marido agora, agora, agora eu tenho o telefone dele aqui, vai entrar no call, o que que ele vai me dizer sobre você? Aí se a pessoa já dá uma desarmada porque ela não pensa que você vai perguntar isso.

Ela já leva o cérebro pro emocional total. Pode fazer o teste depois você me encontra. >> Já fiz tanto.

>> Fez esse teste agora pega sua ex. Vou te ligar paraa sua ex ou pro seu ex. Já é uma, já foi para um outro lugar no cérebro, né?

Seu seu chefe atual, seu. Então você começa a tirar daquele daquela, daquela trilha, daquele trilho e começa a trazer outros elementos. Por exemplo, ó, você vai, a gente vai sair jantar hoje ainda.

Quem você leva? Escolhe qualquer pessoa do mundo. Por que escolheu essa pessoa?

Por que não? Então, é uma forma de você instigar e aprofundar em temas que você tá ciente do que você quer aprofundar, mas de um jeito que não é o jeito tradicional. Isso funciona bem.

>> É porque aí a pessoa, ela é pega de surpresa e ela se expressa forma que ela é. Mas tem uma coisa curiosa que eu tava conversando esses dias lá com uma pessoa lá nos Estados Unidos que faz entrevista e ela falou que a empresa deu um direcionamento para ela para na hora que a pessoa repetir a pergunta para ela já descartar o candidato. >> É, isso é uma técnica.

>> Porque quando ela repete, porque o que acontece? Se ela tá com a IA aberta, a IA não escuta o que >> o entrevistador, >> então o que ela faz? Eu fala: "Deixa eu ver se eu entendi o que você tá querendo me dizer".

E aí ela tem a resposta no IA. I. >> Olha [roncando] que loucura.

>> Loucura. Sim. >> E aí ela começa a repetir.

Então falou: "Ó, se se e é um cargo claro mais júnior, né? Porque eu acho que o car o cargo mais sên não tem isso mais. Pelo menos espero que não, né?

Mas no cargo mais júnior ele fala: "Então é isso que você tá querendo dizer? " Tá tá tá. E porque o Ia tá respondendo para ela.

>> Gente que bizarro. Então já estão pegando como a empresa, o RH pode ter manha de de se livrar disso, >> de não pegar essa esse menino que entra na na entrevista só lendo. >> É, é, pelo que as últimas que eu participei, como você tem um pouquinho mais de experiência do de como se dá uma entrevista, você é é comportamento observável assim, a forma, as palavras que usa, como responde.

Acho que o nosso grande desafio vai ser cada vez mais buscar o intrinsecamente humano. O que que de fato tá ali? >> Que diferencia, né?

>> Quem é que tá ali diante de mim? Sabe assim? >> Tira a máscara.

Vai lá, tira a máscara. >> É, tira o seu vézinho aí. Porque é isso, porque eu acho que ao longo da vida a gente vai colocando e você pode fal falar mais melhor do que a gente vai colocando véus, né, para lidar com as nossas situações.

A única coisa é que a gente esquece de tirar esses véus, né? Eu falo bastante disso lá na confraria. A gente coloca os nossos véus porque a gente tem que assumir papéis importantes, só que depois a gente esquece de tirar.

Então você vira aquela pessoa que você foi se tornando. E aí na hora que você vai começa numa busca de falar quem eu sou de verdade, cara? você tem que voltar alguns passos, >> deixou lá atrás, né?

E o profissional é a mesma coisa, né? O profissional ele vai incorporando esses papéis que ele precisa ser, mas no fundo também vira uma coisa muito massificada, né? Por isso que tem se falado tanto de autenticidade, porque também quando a gente classifica e que a gente quer se destacar na frente dos outros, a gente começa a se massificar.

Isso é o bom ponto hein André? >> Eu tenho visto muito isso agora. Recentemente eu participei de um uma reunião >> e depois eu falei com as pessoas individualmente, né?

E aí, resumindo a história, as pessoas morrem de medo. Morrem de medo, mas ninguém fala [risadas] >> medo de quê? >> Da dos dos donos lá, dos líderes.

>> E elas são líderes também, mas não não são as no alto escalão. >> E aí eu falei: "Mas por que que você não manifestou esse seu ponto na reunião? " Ah, não, porque nossa, a pessoa vai vai levar pro outro lado, vai acabar comigo na reunião e outro, ah, não, ah, quer saber, na boa, deixa passar.

O negócio é é não esquentar a cabeça com isso. Então, no fim do dia, a pessoa ela ela não tá sendo quem ela é. >> É >> e a empresa tá perdendo.

>> E se ela foi na entrevista, se ela é foi no CV, depois ela já não é mais durante o a trajetória profissional. É, eu acho que tem uma força do coletivo muito grande. Até o Jung fala muito da história da da força do inconsciente coletivo, de quando você não tem o seu individual bem trabalhado, quando você não tem esse esse lugar do autoconhecimento, de entender os seus as suas luzes, as suas sombras, o quanto que o inconsciente coletivo muitas vezes ele toma e você vai na massa.

Então, né, que é uma é um risco de toda essa questão, como vocês estavam trazendo, né? Quer dizer, quando eu tenho uma IA falando para mim qual é o perfil do profissional de XPTO, sei lá, de logística que precisa se apresentar numa entrevista, ele tem uma ele tem uma base ali de um conteúdo que ele é massificado, ele é um conteúdo que é meio padrão. Então isso toma, né, o individual.

É a partir do momento em que a pessoa não se não se coloca individualmente. E como é que a gente mede isso? E isso para, e aí eu tô trazendo esse conceito do porque o fala que ao ter o ego, que é uma uma uma expressão da individualidade, fragilizado, esse inconsciente coletivo ele toma e aí eu fico massificado.

Aí é o cara que dá, não deixa a massa falar, eu vou com a galera, eu vou com E isso é isso é um um é uma questão de é uma questão importante, porque você não tem expressão individual, >> não. E aí acontece uma outra coisa nesse processo que eu tenho visto bastante, é que assim, como o teu exemplo vira um exemplo massificado e média do total, você não chega, porque no fundo você tá sempre com essa síndrome de incompetente, porque teoricamente assim, se aquele é o padrão, eu não sou, eu tento ser, mas eu não sou. Então, tá todo mundo, na verdade, correndo atrás de um senso comum, de um perfil comum, que no fundo não existe, mas foi foi na verdade sendo construído na cabeça das pessoas que aquilo é o padrão paraas redes sociais, que aquilo é o padrão paraas dentro das empresas, aquele é um padrão de diretor, se você quiser ser, aquele é um padrão para um cara influencer com E aí fica todo mundo tentando imitar.

Eu imagino que deve chegar muito cliente para você dizendo: "Eu com um monte de exemplos, eu quero ser essa pessoa". E você fala: "Entendi, mas ele tem a história dele, ele tem a vida dele, ele tem a trajetória dele. " Mas e aí todo mundo com essa síndrome do incompetente, >> não?

E aí o currículo o currículo vai água baixo, né, Andreia? Porque a experiência é individual. >> A experiência ela é individual.

Então é a sua pergunta lá do começo. Nossa, mas vocês apagaram ou não? Não sei se eu devo.

Agora te ouvindo, eu tô pensando, será que eu devo apagar? Porque aquilo me construiu o que eu sou hoje, né? E e o que eu sou hoje vai ser diferente.

É, é um duelo, né? Um é um paradigma, né? >> Eu posso falar porque assim, eu trabalho com LinkedIn também, então a gente pensa em toda a estratégia pra rede social e um dos aspectos é nunca apagar.

Eu pelo menos nunca apaguei de nenhum cliente nada da trajetória. >> Olha, eu nem sabia, hein, gente, [risadas] >> porque se você não apaga, aquilo faz parte da construção daquele profissional. Então, é o que a gente tavaando agora a pouco, é você, por mais experiência recursos humanos, hoje em dia você trabalha com uma outra seara, só que você usa esse crio e esse filtro social, esse ouvido mais ativo para conseguir complementar essa sua expertise.

Então, não faz sentido eu tirar a sua história sendo que ela transforma o profissional que você é hoje. >> E em relação à rede social, acho que é exatamente isso. As pessoas elas têm essa coisa de trazer uma referência, eu quero isto aqui, se vira.

[risadas] Só que cada pessoa é um tipo de pessoa. Eu acho que isso é muito doido, porque a gente tá numa fase de copiar tudo muito igual. Tanto é que a gente pega um edits, a gente pega um Capcut, ele tem modelo pré pronto de edição.

Então assim, pegue o seu vídeo e faça igual mais 500. >> E isso eu tenho um certo julgamento com isso, porque eu acho que obviamente facilita e libera o acesso para mais pessoas, o que é maravilhoso. Em contrapartida, tudo fica muito igual, tudo fica muito pasteorizado e a gente não tem essa esse esse filtro que separa uma coisa da outra.

Para mim é uma coisa importante. Então, até dentro da empresa é uma coisa que eu olho e eu falo que a parte mais difícil de empreender, sem dúvidas, é liderar pessoas. Resolver com o cliente é a parte mais fácil, tá bom?

Tem que fazer, faz, acontece, põe a mão na massa. Lidar com pessoas é difícil para que elas não percam as individualidades. >> É, como é que faz?

Agora eu quero te fazer [risadas] uma pergunta. Como é que faz? Como é que você faz pra sua equipe?

>> [risadas] >> Não, porque a gente porque porque a gente na É verdade, gente, a gente na astrologia existem padrões. É óbvio que eu olho a a as craques, não que eu seja não seja um craque, mas n você você olha a galera que tá aí há mais de 30 anos e que tá fazendo um negócio no no no Instagram que você fala: "Putz, esse essa forma de a vou pegar, vai essa forma de carrossel, esse vídeo ráp isso dá. Como é que você faz isso com o seu, com a sua galera que tá lá dentro para eles não fazerem o mesmo?

Tipá, deixa eu pegar uma referência aqui, sem perder a individualidade do cliente. >> Primeiro de tudo, eu falo que tem que ser user, você tem que usar rede social como se fosse beber água, o que acaba sendo complicado porque você dá uma queimada de neurônio, né? Só que eu falo que assim, o consumo de conteúdo, ele é muito importante pra gente pegar referência.

Então eu sempre indico, vamos ter uma pasta de salvos ou mandem os conteúdos que vocês acharem minimamente interessantes para mim, porque aí você vai alimentando e a cabeça vai guardando informação. Eu gosto que a pessoa leia, que ela vá atrás de filme, de referência, vá para além da rede social. E eu sempre estimulo isso muito na equipe.

Tanto é que a gente no começo do ano tinha um filme que todo mundo queria ir. Vamos a agência inteira assistir o filme juntos. Então, e até esses dias falaram: "Ju, a gente tá querendo fazer algum projeto, vamos fazer alguma coisa nova, vamos fazer mais movimentos em equipe".

Porque isso estimula a criatividade e aí quando vem uma referência, tá bom, a gente tem uma referência, mas >> e aí o que que é para além dessa referência? Porque eu não vou fazer um contrtrol C, conttrol V, não dá para eu pegar um conteúdo e plagiar esse conteúdo. Eu posso adaptar pra linguagem.

E aí até um desafio que eu gosto de trazer sempre é >> a gente tá agora trabalhando, por exemplo, com um restaurante de frutas do mar. >> Então a gente tem um conteúdo para este público. A gente se inspira demais às vezes em um conteúdo para uma hamburgueria.

está numo semelhante, mas linguagens completamente diferentes. >> A gente chegou a pegar referência para esse conteúdo de um vídeo que era de uma maquiadora e ela ensinava um truque. Só que eu olhei e falei: "Caramba, isso aqui é muito legal.

Dá pra gente puxar essa referência, costurar e fazer algum conteúdo diferente para esse segmento, porque se deu certo aqui, talvez se a gente replicar com a estratégia mais outro linguajar pro público, certo? A gente consegue atingir. Então, acho que o principal é isso, ter uma visão sobre que tudo é conteúdo, tudo é ideia e tudo é referência.

Então, vai fazer exercício, vai sair de casa, vai ler, vai ver filme, vai ver série. Quando a gente tem reunião de presencial, eu falo que a coisa mais difícil é a gente trabalhar, que a gente conversa horrores sobre tudo. É até engraçado, fica todo mundo no celular, porque o nosso trabalho é ficar no celular, ficar todo mundo no celular falando, conversando.

É uma loucura, assim, é realmente um ambiente que quem não consegue trabalhar com barulho não consegue ficar junto com a gente, porque é é risada alto o tempo inteiro. Aí do nada é tipo, nossa, olha isso aqui, isso já gera uma conversa gigantesca. E nesses momentos vem as melhores ideias, então onde a gente estrutura.

E eu falo que é muito louco, porque o meu nicho que eu falo, eu gosto muito de falar sobre marketing, falo sobre estratégia, falo sobre conteúdo, é um nicho chato para caramba. Tipo, se você não gosta de consumir sobre marketing, você não vai querer me assistir, porque a maior parte dos meus conteúdos, se eu quero falar sobre produto de cabelo, por exemplo, eu não posso virar e falar: "Ah, vou fazer um review". A pessoa vai falar: "Puta, mas você fala sobre marketing, vai fazer um review.

Então eu tenho que fazer um conteúdo dis: será que esse produto é bom mesmo ou o marketing que arrasa? " porque aí eu encaixo no meu nicho. Então eu tenho que ficar pensando sempre em estratégias que caibam para eu criar conteúdo, porque querendo ou não, dentro até mesmo do meu perfil, eu peço para todas equipe, gente, viu referência me manda, porque chega uma hora que a cabeça ela acaba pifando.

Então a gente tem que buscar elemento de fora para conseguir complementar ainda mais. Então eu falo que é um trabalho de curadoria mesmo. >> É, eu acho que aí vem as duas coisas que eu acho que essa tua pergunta também é ter a referência do externo, mas ao mesmo tempo permanecer quem você é.

Individualidade. Exalidade com tua diferença. Hoje mesmo que eu falei para você ali, não, porque eu tava falando que eu fiz o mapa com Pedro >> e aí eu falei para ele, por que que eu faço com ele toda vez?

Porque ele fala minha língua. Então, para mim ele tem um posicionamento que eu não encontro isso nos outros astrólogos, né, que é de repente às vezes trazer de um jeito que eu não consigo nem entender, porque não é minha praia, não é meu mundo, não. E o Pedro tem essa coisa de muito objetiva de trazer, de contextualizar e isso fala minha língua.

Então, eu saio de uma sessão de quase duas horas às vezes com ele, porque a gente fica e eu saio e falo: "Eu entendi, sabe? É, não é o meu mundo, não é minha praia", mas eu entendi o que ele quis dizer. Então, ó, isso é um bom posicionamento para você, ó.

Bom feedback. >> E é isso. Então, eu acho que talvez seja essa mistura, né, de do olhar, de aproveitar o que os outros estão fazendo de bom, mas ao mesmo tempo não abre mão >> dessa individualidade, >> dessa individualidade de quem você é.

>> É isso. Até no one one que a gente faz com a equipe, eu gosto de falar tipo: "Olha, a sua principal habilidade é essa, por isso eu vou te colocar com tal cliente para você usar isso ao nosso favor". E aí a sensação que eu tenho e já percebi é que as pessoas ficam tipo: "Nossa, eu tenho esta qualidade".

E aí parece que cada vez mais ela vai aperfeiçoando aquilo, porque quando você destaca, às vezes a pessoa não enxerga. E tem a síndrome do impostor, que é o que a gente tá falando. Então quando você destaca uma qualidade, a pessoa brilha o olho, tipo, nossa, eu tenho isso mesmo.

Verdade. >> Ah, líder, empreendedora, líder. Olha, [risadas] >> já passou nas nossas aulas, a gente fica dando aula, ensinando.

Olha só, nada como a prática. Tá bom. >> Prática é maravilhosa, >> gente.

Já acabou? >> Já, >> já. >> Nossa, mas foi rápido demais.

>> Não falei que não ia doer, e que ia passar um pouco? Rápido. Rápido demais.

Então, com base nisso, eu queria que vocês dois terminassem. Primeiro, agradecer muito, foi uma conversa muito gostosa, muito legal, tenho certeza que todo mundo adorou, que vocês dessem um conselho para essas pessoas que ainda tão aí com dificuldade de se posicionar, pensam no currículo ainda como uma grande fortaleza e que no final tem perdido força. Então, eu queria que vocês olhassem pro público aí que tá assistindo vocês e dessem uma dica para que eles não eh que o currículo, como é como é que era o tema hoje?

O currículo só não se fala por si só. E é e que dessem a dica aí, que vocês dessem a dica aí para as pessoas que estão assistindo a gente. >> Pode começar agora.

>> Agora [risadas] gerações. Fala das gerações, mais maduros, >> uma pessoa mais velha, né? Era tanto currículo que eu via.

>> Bom, o que que eu acho em relação ao currículo? Eu acho que ele existe. Eu acho que ele é ainda uma forma de apresentação, né?

Todo mundo falou aqui que ainda existem esses esses lugares onde o currículo é avaliado, mas eu acho que tem uma coisa que a gente traz aqui que é da individualidade. O que que eu posso ter de marca minha naquele papel que pode ser um detalhe, né, de uma experiência, de algo que eu fiz e que eu possa trazer depois numa conversa aonde eu tenha um momento de expressão pessoal mais legal, mais bacana. Então, acho que o para quem ainda utiliza o currículo, para quem ainda está num mercado que que o currículo é é utilizado, como é que eu consigo fazer ele de um jeito que esteja dentro?

É uma balança sempre, né? Eh, esteja dentro do que o mercado muitas vezes pede, mas que tenha uma marca, uma marca individual. Eu acho que a grande, o grande barato da vida é a gente conseguir est no coletivo, mas sem perder a nossa individualidade.

>> Arrasou. >> Olha, arrasou, hein? E agora?

E agora? Vamos lá. >> Vixe, Maria, ele aumentou muito o nível agora.

>> Imagina. Eu [risadas] vou puxar a sardinha pro meu lado e vou falar sobre a questão do posicionamento em si. Eu acho que assim, o conteúdo ele sempre vai ser o mesmo.

Se eu for falar sobre marketing, o outro for falar sobre marketing e o outro também for falar sobre marketing, o que diferencia é autenticidade. É o meu jeito de me de me comunicar, é o meu jeito de passar informação, é o meu jeito de conseguir atingir a pessoa, seja num LinkedIn, seja num currículo, seja num conteúdo, seja numa mini bio. O seu posicionamento é o que vai fazer com que as pessoas escolham você.

em detrimento ao outro. Então, acho que é mais sobre realmente aceitar as suas habilidades, aceitar as suas skills, o seu jeito de se de se comunicar e não tentar parecer o outro. A partir do momento que você tenta parecer ser o outro, você se afasta do seu eu e aí fica muito mais difícil alcançar qualquer objetivo que seja.

>> Acho que é isso, >> gente. Olha, sensacional, hein? Muito bom.

[risadas] >> Muito bom. Baito episódio. Se você ficou até aqui, olha, já tem o quê?

Quase uma hora de conversa, uns 45 minutos, mais ou menos. Então deixa um comentário pra gente, compartilha, manda para aquela pessoa que você sabe que vai ser útil demais esse conteúdo e a gente se encontra no próximo.