Andrea Eboli
2 de dezembro de 2025·48 min

Largar a CLT vale a pena? CLT e empreendedorismo, dores e delícias

No último episódio da temporada 4 do Gerações Cast, Andrea Eboli e Luís Gustavo recebem Marcos, diretor de produto com 32 anos de CLT, e Giovana, influenciadora digital e empreendedora de 24 anos, para discutir as dores e delícias dos dois caminhos. A conversa revela que a diferença essencial não é certo ou errado, mas momento de vida, perfil e propósito — e que o empreendedor constrói o futuro a partir do presente, enquanto o executivo muitas vezes vive ciclos curtos sustentados pelo glamour e pelas correntes de ouro do mundo corporativo.

Resposta direta

Não existe certo ou errado entre CLT e empreendedorismo — existe a estação certa de cada pessoa. A decisão madura é ser empreendedor da própria vida em qualquer um dos caminhos, plantando para o futuro antes que o conforto, o sobrenome corporativo ou as correntes de ouro decidam por você.

Principais aprendizados

Os principais aprendizados do episódio

  • **Não há certo ou errado, há estação.** Como diz Giovana, cada pessoa tem o seu momento: ela foi CLT quando precisava ser e empreendeu quando soube onde queria chegar.
  • **O mundo corporativo te dá um sobrenome — e isso é uma armadilha.** Você vira "o da Caloi", "a da Natura". O empreendedor é o próprio sobrenome. Quando o vínculo acaba, quem dependia do crachá perde identidade, fornecedores e autoridade de uma vez.
  • **Cuidado com o glamour e as correntes de ouro.** Viagens, verba, status e salário fixo geram comodidade e inibem o crescimento. O conforto tem prazo de validade.
  • **Empreendedor planta para o futuro; executivo costuma plantar para o curto prazo.** Giovana fecha contratos de três meses buscando previsibilidade; o corporativo vive ciclos de 2 a 3 anos pressionado pelo bônus do quarter.
  • **Seja empreendedor da sua própria vida mesmo dentro da CLT.** Diante do etarismo e dos ciclos cada vez menores, desenvolver uma veia empreendedora é proteção, não luxo.
  • **Comece a trabalhar nos seus sonhos durante, não depois.** Quem só descobre o que quer ao sair do mundo corporativo fica perdido — como a história de quem ia ao Starbucks fingindo trabalhar.
  • **Autoconhecimento é a ferramenta que mede a probabilidade de dar certo.** Quem depende totalmente dos outros tende a se frustrar no empreendedorismo.
  • **Não deixe o medo ser o resultado do seu propósito.** Comece pequeno, com o que você tem, e tenha clareza antes de dar o salto.

Conceitos relacionados

Transcrição

Eu sou Andrea Éboli. >> Eu sou o LG. >> E estamos aqui em mais um Gerações Cast, último episódio da temporada 4.

>> Gente, não acredito. Quarta temporada, o último episódio da temporada. >> Como você sabe, o podcast Gerações é um contraponto a todas essas verdades absolutas sobre gerações.

Aqui todo mundo tem algo a aprender e a ensinar. Em cada episódio, um tema, uma discussão com duas gerações diferentes. E o nosso tema hoje é muito interessante, né?

Tá na moda, >> tá na moda. É um tema que eu adoro, estudo há anos e a gente tem aqui o prazer, a honra e a satisfação de ter convidados maravilhosos, >> maravilhosos. CLT ou empreendedorismo.

>> E aí, para onde a gente vai? >> Para onde a gente vai? E nós temos aqui dois convidados muito especiais, o Marcos e a Giovana.

E eles vão contar um pouquinho dessa vida, o Marcos CLT e a Giovana super empreendedora. Marcos, antes de começar, eu queria que você se apresentasse pra gente, mas vamos voltar na sua última pesquisa do chat de BTI ou do Google. >> E aí, conta pra gente dessa pesquisa e como isso mostra um pouquinho quem é você.

>> Uma boa pergunta. Hoje pela manhã o LG mandou a mensagem e eu fui no chat GPT e falei: "Olha, vou participar de um podcast, sempre ajuda, >> dá uma dica do que que pode ser abordado, né? " Então é interessante porque ele vai discorrendo ali, né, sobre vários vários pontos.

Eh, e é uma pergunta interessante, né, porque eu tava vindo para cá, tenho 32 anos de CLT, eu já entrego um pouco a idade, obviamente, mas não tem problema. A barba branca, ela já representa por si só. Eh, mas é interessante, né?

Porque são 32 anos vendo mudanças tecnológicas extremamente agressivas em relação ao mundo corporativo. Então, se começar falando sobre o chat EPT, acho que é o último, né, que é o que eu tô vendo, que é a transforma, o último até o momento, né, que eu tô vendo de transformação para esse para esse momento, né? Então, obrigado pelo convite ali de >> bacana estar aqui com vocês.

Vai ser um bom. >> Bom, mas só assim, ó, para quem tá assistindo, acompanhando a gente, né? Você trabalha esse tempo todo, mas faz alguns anos já que você trabalha em uma empresa especificamente.

>> Exato. >> Eu acho que algumas pessoas conhecem, né? G, que marca que empresa que você trabalha, que que você faz hoje?

>> Sou diretor de produto da CO. >> Caloi, gente. Lembra da nossa infância >> Caloi.

Calo vai completar 130 anos em 2028. >> Acho que dá para contar nos dedos de uma mão, né? Essas marcas que são centenárias.

E é bacana porque trabalhar durante 10 anos já na Caloi. Eh, você começa a escrever um pouco da sua história dentro desse mercado de de bicicleta, né? E assim, algo que tem um certo uma nostalgia, né?

Quando você fala, né? Então isso é é bem bacana. Então trabalhar na galonhecimento num outro episódio e onde a gente tem que buscar a criança que nós fomos.

Tem calói em qualquer história. Tenho certeza disso. >> Exatamente.

É a primeira pedalada, né? a confiança, né? O momento que você se sente confiante para poder andar de bicicleta.

>> Exato. >> Muito bacana. >> É isso mesmo.

>> Muito bom. E o outro lado dessa história, n? >> E aí, Geovana?

Conte pra gente agora. Eu não sei se foi chat de BTI ou TikTok, a sua última pesquisa. Ah, que eu também já tô descoladinha.

>> E aí, conta pra gente o que que você pesquisou e por quê. >> Bom, primeiramente, muito obrigado pelo convite. Para quem não me conhece, eu sou Giovana Lopes, sou influenciadora digital.

Minha última pesquisa foi realmente não foi uma pesquisa, foi um post no TikTok agora porque meio-dia eu tinha que postar, ter o meu videozinho, porque meio-dia é um horário muito bom, inclusive. Então já postei lá o meu conteúdo de hoje e não usei o chat, mas também antes de vir para cá pesquisei um pouquinho também sobre o assunto que a gente vai abordar, né, que é sobre CCLT ou empreender. >> Gente, deixa eu fazer uma confissão aqui.

Eu adoro ouvir a J. É, ela [risadas] fala, parece que ela tá falando adoraram uma influenciadora digital. Eu encostei, olha aqui, eu tô vendo ela falar.

Ela é [risadas] ela é ela é totalmente profissional no que ela faz. Ela se expõe bem, fala bem, olha pra câmera. É uma delícia.

>> Não. E é bacana, né? Porque quando a gente obrigada, >> quando a gente a escuta, a gente percebe que realmente tem técnica, né?

Tem jeito, tem forma. >> Exato. E para quem tá acompanhando a gente, né?

nos bastidores aqui. A gente já gravou um vídeo, já postou pros seguidores dela >> e ela já falou: "Ó, já soltei um vídeo aqui meio-dia". Inclusive, qual que qual que é o seu perfil pra galera acompanhar?

>> É Giovana Lopes com dois Ns e Lopes com dois SS no final. E é storytelling, né, gente? Então, já postei aqui, a galera que tá em casa quer saber.

Eu falo que o povo é um povo, principalmente brasileiro, é um povo fofoqueiro. Desculpa a expressão, mas eles gostam de saber, né, sobre o que você está fazendo, gera essa curiosidade. Então, storytelling, então eu postei antes que eu ia ter um compromisso, enfim, agora eu já revelei que eu estou aqui no Gerações, né?

>> Quantos anos você tem, Giovana? >> Eu tenho 24. >> Linda.

>> Ótimo. Muito bom. >> Legal, né?

>> Muito bacana. >> Bons convidados. Ótimos convidados.

>> Bom, e o assunto agora é CLT, Dores e Delícias. CLT, Empreendedorismo, dores e delícias das das duas escolhas, né? Porque é muito mais do que profissão, é escolha de vida, >> né?

Então vamos começar com o CLT. Vamos lá. Vamos começar com as dores e delícias ao longo desses 30 anos de carreira que você vê nesse caminho que você escolheu.

>> Então é bacana, né? Porque você vê a Geovana se apresentando, né? E é interessante porque no mundo corporativo é muito difícil, né?

E essa questão do storytelling é algo que cada vez mais latente, né? É, quando você vai, eu passei a última segunda, a gente tá fazendo uma apresentação de budget, né? Então, pô, extremamente complexo, né?

Então, assim, você tem que reportar, né? >> Para quem não sabe que é budget, que que é budget? >> Para quem não sabe o que é budget, é literalmente o seu orçamento, né, do do ano seguinte.

Exato. >> Então, quando você reporta isso, você tem que ter um storytelling, né? E é interessante quando você cita, porque isso eu vejo muito nas gerações, né, mais novas, elas estão com muito mais facilidade para interagir, para se colocar as opiniões, né, tem uma facilidade mais fácil, né, de colocar ali o o seu posicionamento.

E eu vejo que no mundo corporativo isso é uma ainda uma lacuna muito grande, né, independente da do nível hierárquico. Acho que e e eu sinto que cada vez mais nos níveis mais altos da corporação é ainda mais difícil, porque são pessoas que não viveram com isso, né? Eu brinco que eu tenho uma oportunidade que minha filha tem 18 anos, não é blogueira, mas se eu consigo conviver um pouco ali, né?

E consigo aprender um pouco. Então eu sou o tiozinho do TikTok, mas eu tô todo dia no TikTok para eu poder entender como é que estão. Então às vezes eu brinco com a minha filha, fala: "Como é que você sabe dessa tendência?

" você falou: "Não, porque eu tô me acompanhando, tô me atualizando. " >> Então, acho que as dores é é é um pouco, se você se manter dentro do mundo corporativo, você definha muito rápido. Isso eu aprendi nesses 32 anos, né?

Então, eh, eu comecei como o velho e bom Office Boy, né? Para quem não sabe isso, né? Não existia motoboy nessa época.

>> Não, não, não. Isso já em outra empresa. Mas eu fui Office Boy lá em 93, né?

Foi minha primeira, meu primeiro trabalho. Então, passei por processos econômicos, mas eu não preciso virar aqui um, um net de aqui, né? A gente não precisa entrar no story, mas >> é é interessante porque você passa por todos esses esses momentos de carreira e aí você entra dentro de uma cadeira de diretor como a que eu tô hoje, você precisa sempre se atualizar.

E é engraçado porque se você depender 100% do mundo corporativo, você não se atualiza, né? Eu tava no almoço com a LG algumas semanas atrás e um desponto muito chave para mim, né? né?

E eu batendo um papo com ele, a questão da leitura, de você, né, ir atrás do seu conhecimento é uma coisa muito importante, porque não vejo que o CLT ele tem essa oportunidade, né? Você acaba vivendo muito tempo. Falam-se muito sobre ciclos, né?

Hoje cada vez mais os ciclos são menores, né? Da da das empresas. Eu ainda tô num ciclo longo, né?

Tô há 10 anos na mesma empresa. Então, e acho que uma das dores que eu vejo é muito essa falta de amplitude, né? de você conhecer outros mercados, ter outras experiências para que você possa compor.

E eu falo muito isso porque hoje você pega a Caloi, por exemplo, a a média de idade é de 25 a 27 anos, né, do último senso. Então você tem que saber se comunicar, porque é essa máquina que vai mover a Calo pro futuro. E para você poder se comunicar, você tem que entender como é que se comunica, né?

Então eu acho que o o a a as empresas não estão ainda preparadas para essa nova geração, né? Aí quando você tá numa mesa, né, de diretores, você ainda tem muita barreira, né? Ah, não, mas olha, não tá preparado para isso.

Mas as gerações com 30 anos já querem ser presidentes, né? Nada contra isso. Mas e por outro lado são, né?

>> E por outro lado são. Exatamente. E acho que muito isso >> pela desenvoltura como vocês tratam, né?

vocês conseguem alcançar cargos com muito mais rapidez do que era no passado. >> Então, acho que dura um pouco isso, mas eu acho que a beleza também é é é uma caminhada, mas eu acho que isso muda de geração. Eu tive um fato engraçado que minha filha vai começar no primeiro trabalho, segunda-feira, né?

Então, nas últimas quatro semanas eu tenho acompanhado ela, né? Criei o LinkedIn, ajudei a fazer, né? As primeiras candidaturas.

>> E aquilo para mim foi interessante, né? Porque depois de tanto tempo eu voltei a como é que se constrói? É outro mundo, né?

Eu não tenho mais meu currículo impresso que eu ia entregar, não. Tipo, é o LinkedIn que você vai se candidatar e você faz tudo pela plataforma e então você as entrevistas. E eu falei: "Nossa, é outro mundo".

Mas no final do dia é interessante, né? Porque ela fala: "Que que eu vou fazer no meu primeiro dia? " Quando eu chego lá, eu falo: "Com quem?

Quem é que vai estar me esperando? " É igual. >> E aí é igual.

E aí eu falei para ela, eu falei assim: "Olha, é bem chato o primeiro dia, [risadas] você não conhece ninguém, sabe? A outra professora que ela vai ser professora de inglês, então a outra professora vai ficar te olhando, vai falar assim: "Mas quem é essa menina que tem 18 anos, tá aqui querendo já trabalhar com o professor? " Então eu falo, o mundo corporativo, ele tem um pouco disso, né?

Então assim, é é acho, mas é uma questão de gerações, >> né? Eu ainda posso estar envieszado, né? Que eu acho que o mundo corporativo tem muitos ainda a ensinar, né?

as grandes empresas, acho que o LG tá aí numa numa grande empresa. Eh, entender como é que funciona essa máquina corporativa também te dá muito insumo, >> é >> para você. Acho que acredito muito isso, até empreender, né?

Porque olhando pelo outro lado da mesa, eu acho que uma das coisas que eu mais tenho visto, né, escutado é essa questão, né? Como é que eu me profissionalizo? >> Uhum.

>> Né? Como é que eu me trago? E acho que isso o mundo corporativo te ajuda muito.

>> É verdade. E você, Geovana, conte dores e delícias de ser uma empreendedora. >> Vamos lá.

Eu comecei a empreender muito novinha. Com uns 5 anos de idade, eu ia pra frente da minha casa, pegava bolacha e suco da dispensa da minha casa e vendia por R$ 1 em um condomínio lá. Até que os porteiros e a síndica me proibiram.

Aí minha mãe falou que ia ter que pagar uma multa, mas eu já fui CLT. Em 2021 para 2022, eu tive a perda do meu pai e até o momento eu morava no Rio de Janeiro. Eu só estudava, fazia faculdade de cinema, terminei.

Que em Manaus, eu sou de Manaus. Manaus não tinha faculdade de cinema, então saí de casa com 16 anos para batalhar pelos meus sonhos. E em 2021, 2022, ali meado, é, o meu pai faleceu.

E aí minha mãe falou: "Filha, agora você vai ter que começar a trabalhar, né? o seu dinheirinho que você já, eu já trabalhava com as redes sociais, mas o dinheiro ficava para mim e eu guardava na minha conta, meu pai que meva, né? E aí quando a minha mãe falou m assim: "Filha, você vai ter que começar a trabalhar".

E eu falei: "Meu Deus, eu não quero voltar para Manaus, nada contra Manaus, amo minha cidade, mas pra minha área melhor São Paulo e Rio de Janeiro. " E foi aí que eu comecei a trabalhar e eu fui ser CLT. Trabalhei na minha primeira empresa com mais de 50 homens.

Eu era a única mulher, comecei na recepção. Depois eu fui ser vendedor em uma agência de modelos, trabalhei mais de 2 anos sendo CLT e nos últimos anos até o final do ano passado, e tudo isso sendo influenciadora, né? Eu tentava conciliar ali, mas não tinha o tempo necessário suficiente para me dedicar nas minhas redes sociais.

Então isso era uma dor muito grande. E aí final do ano passado, eu falei: "Mãe, não, eu quero focar nas minhas redes sociais e eu vou começar a empreender também, focar com isso". Obviamente é desafiador ser empreendedor, porque você não tem nada garantido, você que vai fazer o seu dinheiro todo dia, né?

Mas a liberdade de tempo que você tem é muito bom. Um exemplo, hoje eu faço pilates 1 hora da tarde, coisa que eu não fazia, porque eu já monto todos os meus roteiros, minhas marcas. Eu acho que a gente tem muito medo de empreender, mas quando você começa a fazer aquilo que realmente você nasceu para fazer, que é empreender, né?

Eu já tenho essa veia empreendedora desde pequena, tudo fica muito fácil, né? Então, além de ser influenciadora digital, eu tenho minha agência também de social mídia, então a gente cuida de alguns médicos, enfim, então eu consigo com eh unir a minha agência com meu trabalho de digital influência. Enquanto a agência tá lá rodando, eu tô cuidando das minhas publs e das minhas marcas no meu perfil.

Então assim, o bom, o que eu posso falar é o a delícia da história, é o tempo que você tem uma qualidade de vida melhor e você consegue gerenciar o seu tempo. Agora, as dores eh do empreender é que você nunca sabe ao certo eh quanto você vai ter no final do mês. Se você não batalhar no início, não fazer sua organização financeiramente, você vai ficar naquela insegurança, né?

Meu Deus, eu preciso batalhar, eu preciso eh trabalhar, fazer captação de marca. Então eu acho que é isso mesmo, essa inconstância, né? >> E quando você começou a remunerar, quando isso passou, deixar de ser um hobby para você, para ser uma profissão mesmo?

>> Então, desde pequena eu já trabalho no meio artístico, como eu falei, eu em Manaus eu já fazia alguns trabalhos comerciais, era eh trabalhos como comerciais, eh era modelo também de diversas marcas e eu fazia teste para algumas novelas. Então, aos 16 anos, a minha mãe tinha que me acompanhar muito. Manaus, Rio de Janeiro, Manaus e São Paulo.

Foi aí que ela começou a me emancipar. Mas até pequenininha eu já recebia, né, pelos meus trabalhos e isso eu guardava. Quando o meu pai veio a falecer, foi aí que deu um startup que eu virei a chave, que eu falei assim: "Não, agora realmente eu vou focar nisso e eu vou ter o meu dinheiro, vou controlar para eu pagar as minhas contas, para eu crescer nas redes sociais e traçar os meus objetivos".

Então foi tem uns dois anos que realmente eu trabalho com as redes sociais e com o dinheiro das redes sociais, das minhas públicas, eu consigo me manter sem depender dos meus pais desde os meus 22 anos, né? 21 anos. >> Uma dúvida nesse processo que o Marcos citou, eu quero trazer aqui.

Você em algum momento quando tava lá na CLT pensou, sonhou ser gerente, diretora, CEO ou nunca passou pela sua cabeça isso? você sempre interpretou como algo momentâneo em que algum momento da vida você daria o salto pro empreendedorismo como você de fato deu. >> Então, graças a Deus, todas as mesas que eu já sentei na minha vida, eu sempre fui a mais nova, eu sempre era mais jovem.

Então, nessa minha agência, eu cheguei em um cargo e depois eu subi, né? E até hoje a minha ex-chefe me ama, me manda mensagem. Então eu subi de um cargo, não tinha experiência, eu ainda estava terminando a faculdade.

E aí lá mesmo teve dias que eu chorava que eu falava: "Meu Deus, não tem tempo para eu gravar meus conteúdos. Eu tenho, eu trabalhava de segunda a sábado. " Então era assim, eu só tinha domingo e aí domingo quando você vai ver passa rápido, tem que limpar a casa, tem que fazer um monte de coisa.

E lá na agência eu falava: "Deus, tipo assim, eu quero empreender, eu quero focar nas minhas redes sociais, eu sei que esse é o momento, mas eu preciso traçar onde eu quero chegar". E eu tinha muito medo, porque você querendo ou não, fica acomodado, você vai ter o seu salário fixo ali no mês, então você não precisa fazer captação de cliente, você não precisa trabalhar. E eu pensava nisso, mas eu sempre pensei muito grande.

Eu falei: "Não é aqui que eu quero ficar, eu não quero trabalhar para as outras pessoas". Eu até brinco porque ontem eu fiz até um post na minha agência que é bem assim: "Eu saí do CLT para não ter chefe e hoje eu tenho mais de 20 clientes atrás de mim, 20 marcas o tempo todo me mandando mensagem". Então era isso.

Eu falava: "Não, eu não quero eh trabalhar pro sonho de outra pessoa, eu quero construir o meu sonho, eu quero construir o meu império, sabe? " E foi aí que eu falei: "Não, a início desse início desse ano, final do ano passado, minha mãe falou: "Não, vai lá, você vai conseguir. Não deixa o medo ser o resultado do seu propósito aqui na Terra, porque às vezes a gente faz com que o medo seja o nosso resultado e não.

" E aí eu virei a chave, eu falei: "Não vou trabalhar mais sendo CLT, não quero mais trabalhar em agência, eu quero tipo focar em mim e focar nas minhas redes sociais". E foi aí que me deu. >> Uma coisa muito bacana, né?

Quando a gente vê a Geovana falando, hoje a gente viu o Thago, a outra outro outra grupo de jovens que nós gravamos aqui hoje, a gente percebe o quanto que é bacana ver essa determinação, né, dessa galerinha nova. E eu fico pensando, será que a gente tinha isso também? Será que a gente entrou com tanta determinação, com tanto entusiasmo, com tanto objetivo?

Claro, ou se a gente passou num programa de trein lá e entrou e foi com Deus, sabe assim? Então eu fico, eu fico bem encantado quando eu vejo essa garotada hoje, que claro, tem gente que não sabe o que quer, como sempre tem, >> mas tem [risadas] muita gente que sabe o que quer, né? >> E isso é muito bacana.

E aí vem a minha pergunta: tem perfil para CLT e para empreendedor? Será que existe um perfil >> aí? Uma boa pergunta.

>> Será que você viraria um bom empreendedor e você seria uma boa CLT? >> Olha, eu posso começar falando de um ponto, né? E o e o o que você agora afirmou, eu tava pensando enquanto ela falava, eh, é, eu acho isso super bacana, essa determinação, eu acho legal, você vê a tem um storytell muito bem construído, né?

Ali obviamente tem todos os desafios que vocês vão enfrentar. Eh, e agora falando de perfil, nesse ponto, eu eu tenho, eu gosto, eu vou muito para Manaus, né? Então, porque a Calo tem a fábrica em Manaus, né?

Tem famílias de Manaus também. >> Pois é. Então, estamos aqui, ó.

Conhecemos alguns manauaras, >> uma comida de lá. >> Oí, o peixe, gente. >> Pato no tucupivo.

Meu pai fazia pato tucupino em casa. É, minha família amazonense. >> Exato.

Cupoçu e assim vamos. >> Zona Franca de Manaus, né? >> Zona Franca de Manaus.

Então, e aí eu tô juntando isso porque um dos meus propósitos, né? E assim, eu tô com 46 anos, eu acredito que devo ter alguns ciclos ainda na minha vida profissional, >> caso não seja a Caloi. Mas eu tenho uma vontade, eu quero trabalhar com gastronomia, eu não sei ainda como eu chegarei lá, né?

Mas quando você fala, por exemplo, da do tempo, né, de como você estrutura seu tempo, é é também um dos pontos, né, que eu eu tenho até conversei um pouco com a LG, é algo que eu tenho muito feito hoje, né, sendo empreendedor da minha vida, né? Então, eh, a gente é muito no mundo corporativo, baseado nos propósitos corporativos, né? Acho que você tem alguns triggers na sua vida.

Ultimamente eu tenho tido essa virada, né? Falo, acho que não é mais o propósito corporativo, é o propósito da vida do Marcos, onde ele quer chegar, tá na minha idade, qual que vai ser a próxima longevidade, como é que você pensa sobre isso? E isso tem feito muito, né?

Então eu falo que tem alguns skills, né, de empreendedor que você vai aplicando dentro da sua vida enquanto CLT, porque para chegar lá eu preciso me organizar, né? Eu não posso dedicar 100% no meu 925 aí, simplesmente trabalhando só no mundo corporativo, dedicando minha energia dentro do mundo corporativo. Como é que eu separo isso, né?

Então eu acho que tem alguns skills que você consegue ir dos, né, para você poder também. Mas acho que é como você falou, eu também tive muitas pessoas que passaram, né, durante essa minha trajetória que talvez não chegaram a lugar nenhum. Então, acho que tem sim esse engajamento, esse propósito, essa determinação, mas acho que ela tá em ambos os lados, né?

Você pode sim, muito bem, virar um famoso especialista no mundo corporativo ou você pode sim querer, né, e almejar novos ares, novos desafios, mas isso parte, eu acho que tá uma coisa muito mais ligada ao ser humano, né? Acho que é muito mais >> dentro de cada um. Não, não tem acho que uma chavinha que você chega lá.

Dizer assim, enquanto você não tiver sonhos, trabalhe pros sonhos dos outros. É isso. >> Mas vá na vida desenvolvendo seus sonhos.

Exato. Última frase chegar exatamente o momento de você falar: "Agora é hora de buscar os meus sonhos". Porque a gente passa um tempo sem sonhos mesmo.

O nosso sonho acaba virando sonho corporativo. Então, qual que é o seu objetivo? É fechar o fechamento, é fechar o resultado do ano, é ser promovido, é ter é ter uma condição financeira melhor e é e ir trabalhando pro sonho dos outros mesmo, né?

É, é um ponto interessante isso, porque eu tive uma conversa com uma antiga diretora de RH da Caloi. Eu fui almoçar com ela, bater um papo >> e ela citou algo assim que às vezes fica um pouco não tão claro, né? Existe um certo glamor no mundo corporativo, né?

Que você se apoia sobre ele. O LG falou: "Eu viajo muito para fora. " Então eu tive a oportunidade de conhecer muitos lugares do mundo, muito devido ao mundo corporativo.

É aí que eu acho que é a grande armadilha, né? Você tomar cuidado com esse tal desse glamur, né? que a gente pode chamar assim, para você não se apoiar nele.

>> É, >> e isso inibi o seu crescimento ou você realmente trabalhar nos seus sonhos, né? Acho que tem uma conexão sobre isso. >> É bem bacana.

Bem bacana. >> Super. >> É.

E você acaba eh percebendo que você pode sim ter seus sonhos, você pode sim trabalhar para eles e não necessariamente você precisa começar quando você fizer essa decisão. Você já pode começar a trabalhar isso durante e eu que eu sou mentora de muitos executivos, assim, gente, diretoras que já estão em determinadas etapas e eu falo: "Ai, André, eu tô pensando em sair do mundo corporativo. " Eu falo: "E qual o seu sonho?

E o que é depois? " Porque tem uma história até muito forte assim de um coach uma vez que me contou que ele disse que a coisa mais comum são as pessoas quando elas saem do mundo corporativo, elas depois elas ficam tão perdidas que elas tinham tinham uma uma pessoa específica que ela foi ela ia pro Starbucks na frente do escritório e sentava lá, não sei se ela foi demitida ou se aposentou, ela ia porque ela não sabia o que fazer. ela mudava a roupa e ia pro Starbucks na frente do escritório.

Eu falei: "Que triste uma pessoa que, sei lá, trabalhou 30, 40 anos e depois não sabe o que fazer. >> É muito forte. Então comece a trabalhar nos seus sonhos durante, né?

>> Isso é acho que tem algumas histórias recentes >> que existe um um arquétipo do profissional do mundo corporativo, né? Porque se a gente olha o a vida ativa, né? Tem a padaria, que é serviço, tem o posto de gasolina, tem uma empresa com a Calor, como a Natura, como a SPM, mas a gente também tem outras coisas, tem a confeitaria, tem o restaurante, tem o pedreiro, encanador, eletricista, tem tantas coisas.

E aqui a gente tá naturalmente compartilhando o que é mais comum, que é o mundo corporativo, entre aspas, né, com o empreendedorismo. E o mundo corporativo, ele ele ele te ensina e te desenvolve a ter um sobrenome. E eu vejo que o sobrenome é uma grande armadilha, >> é >> grandissíssima armadilha, coisa que o empreendedor não tem tanto, porque o empreendedor ele é o sobrenome, ele é a G é quem ela é.

>> Então, por exemplo, você é da Caloia, André era da Natura. Tem gente, a gente já conversou com pessoas assim que foram forçados a sair, então foram desligados, foram demitidos, que perdem tudo aquilo que eles tinham. Então aquele poder, aquela autoridade, quando chegava, todo mundo arrumava tudo para ela, tinha um café na hora, tinha um carro à disposição, tinha uma verba de roupa, não tem mais entidade, >> não tem mais.

Aqueles fornecedores que viviam no seu celular não existem mais. >> Exato. >> Então você tem um valor, mas não é você pessoa física, >> é você pessoa jurídica.

E o empreendedor, como a G falou, ele tem que ele tem que construir, então ele tem que ter naturalmente uma meta de vendas, faturamento, para ele ter um salário, uma renda e pagar os custos, pagar contador, pagar imposto. E se ela quiser comprar uma casa, ela vai ter que fazer essa conta. Então, essa visão de quantos clientes eu tenho que conquistar, quanto que eles vão me pagar, quanto, qual que é o trabalho que eu tenho que entregar, se eu vou precisar contratar pessoas ou não, ele demanda tanto trabalho, tanto trabalho, tanto trabalho cerebral e físico que no corporativo não tem.

Então você tem no nas duas situações e bônus, o que diferencia é a atividade em si >> e provavelmente ao perfil e ao momento de vida e de carreira. É, >> quantos executivos não falam assim, ah, quero empreender para ter mais tempo como a G falou, e se frustram, frustram, >> dão um salto errado. >> A G deu um salto de fé que deu certo.

Tá dando muito certo para dar certo, mas muita gente dá errado. >> Então, acho que o o inclusive tem um episódio que a gente falou sobre autoconhecimento aqui e terapia até, mas especialmente autoconhecimento, que é uma grande ferramenta poderosíssima para dizer: "Olha, você tem mais ou menos probabilidade de dar certo". autoconhecimento, sua capacidade de fazer, de entregar, de trabalhar sozinho.

Se você é uma pessoa que depende totalmente dos outros, você vai se frustrar no empreendedorismo. >> Não é >> isso? É, é a questão da falta de identidade quando você fala, né?

A pessoa carrega tanto a identidade da empresa que quando sai ou é demitido fica, meu Deus, acabou o mundo. Sobre a questão de certo ou errado sobre empreender, se CLT, sobre as pessoas, o que eu acho, meu ponto de vista como Giovana, eu acho que vai da estação de cada pessoa. Pra mim, eu fui CLT, porque naquela estação eu precisava ser CLT, mas o eu nunca fui uma pessoa acomodada, então eu conversava com meninas da minha idade que para elas sentar numa cadeira e trabalhar pra outra pessoa era OK, receber o salário era OK, eu não tinha aquela visão, eu queria crescer mais.

Então a minha estação ali na empresa tava finalizando. Então o empreender veio em outra estação porque eu sabia onde eu queria chegar. Eu tinha metas na minha vida, né?

Não depender dos meus pais, crescer, enfim, trabalhar com as minhas redes sociais, que sempre foi o meu sonho. Então, acho que é muito da estação, não existe certo ou errado, mas vai da estação de cada pessoa naquele momento, >> momento de vida mesmo. >> Um momento de vida.

>> Interessante. >> É, e o empreender, ele pode ser alguma coisa que permeia, né? Porque tem essa coisa do espírito empreendedor e você pode ter o espírito empreendedor dentro das empresas que é super bem valorizado, que é o intraendedor, ou você pode realmente colocar isso dentro de um negócio seu e e mas aí entendendo que é isso, você tá sozinho numa outra dinâmica, sem benefícios, sem valorização, as famosas correntes douradas, correntes de ouro, que o mundo corporativo dá essas correntes pra gente, né?

Ele prende a gente com essas correntes de ouro, porque você faz uma continha ali e aí você fala: "Quando que você empreendedor vai começar, né? " Então você tem que ter essa >> e você se acost e outra, né? Tem a valorização cultural mesmo, né?

Quando você ouvia do seu pai, arruma um emprego, meu filho, vai lá, ganha seu dinheirinho. >> Esse é outro ponto interessante, né? A gente veio de uma construção de décadas de trabalhar pela estabilidade, >> só que a gente tá vendo nos últimos anos que não existe realmente estabilidade como era antigamente.

Isso coloca em cheque tanto quem tá no mundo corporativo quanto os empreendedores. >> Porque uma vez que os empreendedores têm lá sua carteira de clientes, alguns daqueles clientes podem passar por alguma dificuldade e sair sair. >> E ele tem que estar esperto para colocar outro no lugar, né?

Senão também baixa a receita que ele tem. >> É, >> o mundo corporativo me parece que é assim também. >> É muito assim.

E aí vocês falaram alguns pontos, incluí juntando aqui o da Geovvana para dar uma uma concatenada que eu tô gostando muito do papo. Acho que é super interessante isso. Mas acho que somando essas correntes de ouro, né, você tem o sobrenome ali e como que você traz, né, o que que o que que você almeja?

Calo com uma empresa de quase 130 anos, você imagina, né? Eu tenho um diretor de fábrica que tem quase 40 anos, né? Então assim, são ciclos muito longos de várias pessoas lá dentro, mas teve um uma pessoa que a acabou saindo da Calo por motivo, enfim, e ele falou assim: "Nossa, mas eu eu a eu criei meus filhos na Caloi, >> né?

Então assim, meus filhos entraram na faculdade com a Caloi. A Caloi, né, que ela proporcionou uma vida. Foi interessante o discurso dele, uma pessoa de 42 anos dentro da Caloi.

Foi interessante porque ao mesmo tempo eu fico pensando o quanto que as novas gerações, por mais que queiram viver esse mundo corporativo, esse CLT, o quanto elas vão precisar também de um pouco do empreendedorismo, porque existe o etarismo, ele vai sempre existir, né? Você vai estar competindo com novas gerações e cada geração vai vir com outro impulso, com uma outra facilidade de poder viver essa jornada. E o quanto que a gente precisa desse essa veia empreendedora para poder falar assim: "Não, tá bom, vai chegar um momento que eu não vou estar mais dentro desse do CLT, não vou estar mais no muto corporativo, o que será de mim?

" E se você não tem um pouquinho dessa vem empreendedora, você nunca vai conseguir construir isso, né? Porque você vai chegar no momento todo esse conforto, essa, né? Esse glamur, ele vai acabar porque em algum momento você vai ter seu prazo de validade.

Infelizmente aqui vivemos. >> É >> como que a gente cria isso? Eu acho que a única forma de você criar é você também ser empreendedor da sua vida, né?

Falar assim: "Tá bom, olha, eu cada vez mais estamos vivendo eh vidas mais longas. Como que a gente cria isso? " E aí eu acho que aí que eu acho que >> eu eu tento sempre muito próximo da minha equipe.

Minha equipe tá com uma média muito próxima da sua idade e eu converso muito com eles assim, né? Porque cara, são pessoas que já estão querendo alcançar e assim e e acho bacana isso e como que eu aprendo com eles, porque eles também já estão pensando um pouco na vida deles, né? de como que eles querem.

Eles pensam com muito, é, é, é muito mais cedo esse tipo de conversa. A gente quando fala ali, né, meu pai, meu pai foi CLT, trabalhador, se eu viver ali naquele momento como meu pai vivia, eu vou estar preso nesse ponto. Então, como que a gente move isso?

Eu acho que isso vem o empreendedorismo >> e antes da gente, eu não sei se a a Giovana escutou isso, mas a gente ouvia a história até do concurso público, né? >> É, >> até o caminho do concurso público que era estabilidade, né? a gente quebrar a barreira do concurso público, a gente já era muito inovador.

Verdade. >> Porque a gente falava: "Não, não vou, não vou fazer concurso do Banco do Brasil, não vou fazer concurso. " Meu pai, meu pai trabalhou no Banco do Brasil, né?

Fez concurso. Então, lá em casa era aquela coisa de meu pai assim ganhava bem, né? A gente morava numa cidade do interior, então era aquela coisa, nossa, olha só o que seu pai, cara, mas eu não quero fazer concurso público, eu não quero ficar em cidade do interior, eu não quero.

Então ali já fui muito corajoso. E aí depois que você entra no mundo corporal, você fala: "Ah, não é tão corajoso assim, porque eu [risadas] podia ser mais empreendedora, >> né? " >> É verdade.

É verdade. >> E a gente, cada um quebrando seus suas correntes, né? Correntes culturais, correntes religiosas, correntes eh de ouro, né?

as correntes financeiras que principalmente para as pessoas que crescem, que a vida corporativa deu condições financeiras para essas pessoas. Aí o o vínculo ainda é mais forte ainda, né? >> Super, sem dúvidas.

E eu tenho uma pergunta, se eu posso fazer uma pergunta direto, né? >> Como que você >> vê essa parte do profissionalismo, né? Porque para mim, talvez eu ir para uma outra empresa, eu consigo transitar mais fácil ali numa questão de, olha, vamos tentar estruturar esse departamento, esse processo, como que é para você, né, aí tão jovem, já entrando com uma agência, tendo que organizar sua vida, como que é essa parte mais ali corporativa dentro do empreendedorismo para poder se organizar, para poder, né, porque obviamente você vai querer sua agência crescer.

Como que você tá vendo esse desafio para você nesse momento? Eu só vou pegar o gancho da Andreia e já respondo aqui, tá? Eu não ouvi sobre trabalho, mas lá na minha casa sobre terminar faculdade e estudo ser prioridade.

Eu vim, eu venho de uma família tradicional. Meu pai era advogado, minha mãe fazia direito, administradora e minha irmã é médica. Então eu sou a única assim que fui pro cinema e PP, publicidade, propaganda.

>> Minha mãe e meu pai sempre me apoiaram. Eu sei que no fundo não era o sonho deles naquela época eu fazer uma faculdade de cinema e PP. Hoje em dia não.

Ela já sabe que é o meu sonho, porque minha mãe sempre falou eh que hoje o mundo tá cheio de profissionais frustrados, porque segue os sonhos dos pais. Ah, então eu vou fazer medicina e vou ser um médico porque meu pai é médico. Por isso que muitas pessoas às vezes estão até morrendo aí porque o médico tá lá pelo salário e não pelo amor à profissão.

Então minha mãe sempre falou: "Faça aquilo que você ama porque você nunca vai trabalhar". Então ela entendeu ali um processo. Então sobre o trabalho não não escutava, mas sobre estudo.

Eu me formar, né, na escola, terminar a escola e me formar em uma faculdade. Me formei ano passado e aí esse ano eu já iniciei a pós-graduação, né? Então o tempo todo tá estudando, ela fica muito no meu pé em relação a isso.

>> Sobre você, eh, sobre a sua pergunta, >> sobre a minha empresa, eu eu trabalhei em outras agências, em outras empresas, então eu sempre tive muitas ideias inovadoras que eu levava para as empresas. E aí no meu último trabalho, o meu chefe, ele foi um grande apoiador, ele virou para mim e falou bem assim: "Govana, você tem tudo para voar, você precisa abrir a sua agência e eu estou aqui para te apoiar". E eu falei, eu acho que tendo o apoio dele, da minha família, eu vou iniciar.

Então, tudo que eu fazia na outra agência, tipo questão de social mídia, de gravação, captação, edição, cronograma, eu passo isso. E aí tem a galera que trabalha para mim, que são os Frilas, PJ, enfim, a minha equipe. Então, é uma galera mais nova.

Eu sou nova, mas eu tento passar a minha experiência e toda a minha vida pra minha equipe. E aí eu consigo conciliar. Então, a gente tem reunião eh no mês, na semana, eu passo o cronograma e aí eu consigo ter essa flexibilidade para cuidar das minhas redes sociais.

Um exemplo, as minhas redes sociais eu fecho contrato com as marcas a cada 3ês meses. Então eu não pego marca para trabalhar comigo um mês. Então eu crio todo um storytelling, toda uma postagem em três meses.

Aí chega no último mês, eu sempre pergunto da marca se ela vai querer renovar ou se vai manter. Então eu tento equilibrar. Não é fácil, porque um exemplo, eu fico muito pressionada, eu falo: "Meu Deus, eu moro sozinha, estudo, tem agência, tem as minhas redes sociais, mas eu consigo, tipo, me equilibrar.

Eu sou muito conhecida pelos meus amigos, como a Giovana quer abraçar o mundo. Porque um exemplo, ah, hoje tenho que fazer não sei o quê, eu vou lá e faço. Eu nunca gosto de deixar as coisas para depois.

Ah, amanhã, sabe? Tem aquela até música, deixa a vida me levar. Não, eu faço conforme aquilo que tem que ser feito no dia, porque se a gente for ficar, ah, amanhã eu faço, depois acho que nunca sai, conforme aquele momento.

Então eu tento me organizar, fazer o planejamento, o cronograma, ter uma reunião com a galera e aí eu consigo tipo me equilibrar. >> Bacana isso, né? [risadas] Porque você vê muito, você não vê muito isso no mundo corporativo, né?

Uhum. >> Porque como vai sempre pingar, as pessoas não têm essa responsabilidade e receber, né? Direção, ordem, né?

Eu eu admiro assim, né? Porque você tem que criar por você. E acho que é bacana porque você tem a liberdade também de adaptar aquilo que você realmente acredita que vai fazer a diferença, né?

>> E você vê, Marcos, a diferença de percepção, de construção, que o empreendedor, um agir aqui, ele ele tá ali não pela corrida de curta distância, ele tá realmente pela maratona. Então, se ela já tem uma, não sei se vocês perceberam, uma sutileza, mas ela fecha contratos a cada três meses, então não é uma P e eh específica e temporária. Isso dá para ela mais previsibilidade e um relacionamento um pouco mais profissional e consistente com as marcas, né?

>> Exato. >> E enquanto que no mundo corporativo, algo que ela tá fazendo aqui para 5, 10, 15, 20 anos, lá, às vezes a gente tem ciclos de 1, 2, 3, né? A gente tem no Brasil, na verdade já tá no mundo, mas especialmente no Brasil, a cadeira do CEO é de 2, 3 anos.

você pegar os diretores, exceto as exceções. A gente conhece pessoas aqui, a gente estava falando antes de começar de 15 anos de empresa, 18 anos de empresa que estão cada vez mais raros. São ciclos de 2 anos, 3 anos.

E eu já participei de algumas reuniões onde a decisão era a gente tem que fazer isso para garantir o bônus desse ano. Só que e a perenidade e a construção de longo prazo e a construção de realização e materialização do propósito que tem lá na na parede. Então o mundo corporativo ele tá cada dia mais líquido e mais dependente de alguém que puxa a fila porque os demais estão ali passando um tempo, enquanto que o empreendedor tá construindo a vida e é totalmente diferente a relação.

E aí a gente pode discutir se é certo ou errado, porque eu acho que não é, não tem certo errado. Tem quem que quem tem perfil para uma coisa, para outra, quem quer, quem quem tá à disposição de enfrentar uma coisa ou outra. Mas o que já fica claro nessa conversa é que a empreendedora aqui tá construindo o futuro a partir do presente com resultado de de presente, porém plantando pro futuro, >> enquanto que o executivo ele tá quase todo o tempo plantando e construindo para o curto, >> até por causa até porque tem um salário que que é de curto prazo, né?

in ela se ela criar esses planejamentos, não fizer planoa ela não recebe. Quanto que o menino da idade dela que tá dentro de uma organização, o mês tá ali, o salariozinho tá ali. Isso gera uma comodidade, >> né?

Gera. E >> é interessante isso, né? Porque isso como uma verdade é como que é o futuro, né?

Você vai ter cada vez mais empreendedores, mas essas corporações elas não vão desaparecer, né? Como será que as novas gerações, né, da Geovana vão se, né, ter uma metamorfose ao contrário, né, para poder tá lá, porque vai continuar sendo o famoso quarter, né, fechamos o quarter, entregamos o resultado ou não, >> tá longe ou não tá longe, qual que é o plano operacional, qual que é o latest forecast, então vamos ver >> isso vai ter, alguém vai ter que tá alimentando isso, né? É, e acho que esse é um ponto interessante, porque quem quais serão os profissionais CLT dessas corporações do futuro com gerações que estão ali junto com a Geovana que é muito mais empreendedor, né?

Onde eles vão se basear, né? Porque >> vocês acham que o caminho híbrido vai ser a Inclusive André pode falar bem sobre isso também. A Andreia foi executiva e e é empreendedora, entre outras coisas, porque escreve livro, tem o é é uma influenciadora.

Eu sou o André Eboli. Já tá com quantas pessoas lá? Umas 20 >> 75.

000 >> 75. 000 pessoas. Então assim, a Andreia me parece muito nesse perfil mais moderno de experiência profissional, empreende, vai para um podcast, vai para conteúdo no LinkedIn, Instagram, eh TikTok, tem a sua plataforma de negócios.

Será que os daqui 5 anos talvez a gente esteja falando de pessoas híbridas, trabalha para uma empresa, mas também tem um negócios paralelos ou não? Deixa eu colocar um ponto que ela comentou, né, de e e junto que você falou: "Nossa, né, que a gente não não vou ser ser funcionário público, mais agora eu vou vou sair do interior, eu vou pra cidade grande". E seja que e você, né?

Seu pai te apoiou. A Gisele, minha filha, ela falou uma frase até que eu acho que comentei contigo que ela virou para mim assim um dia, falou: "Olha, quanto mais eu vejo você trabalhar, mais eu quero ser igual a você, né? " Aí eu falei, fiquei meio chocado, né?

Ela falou: "Não, porque você acorda muito cedo e você chega no final do dia e você chega no final do dia, você tá completamente cansado e assim a visão dela, obviamente de um adolescente na época, mas só que >> quero ser igual a você ou não quero ser? " Não quero ser >> eu entendi. Quero ser, >> não quero ser igual a você, né?

Porque ela falou: "Não, não é isso, não é essa vida". >> E a Gisele quer ser professora. Engraçado, porque um dia eu tava no almoço com os meus pares assim, e aí falei: "Nossa, Gisele vai ser professora".

Uma pessoa foi uma fala meio infeliz, falou assim: "Nossa, mas ela tá preparada porque assim, professor não é valorizado no Brasil, né? Então, será que ela tá preparada que ela não vai ganhar bem no futuro? " Aí eu tô tentando lincar um pouco de gerações.

A pessoa que falou uma pessoa de uma geração mais próxima da minha, né? Então, falei: "Nossa, mas é muito milp, né? Tipo de acreditar que é realmente isso".

E eu super suportei a dizer, falei: "Nossa, você quer ser professor? para quer ser professora de história. Então conte comigo.

Acho que você tem uma amplitude enorme. Então acho que não sei se vai ser o híbrido ou não, porque eu eu tenho só uma dúvida, né? Do que que vem primeiro, né?

Vem talvez um apoio, né, dos pais que ali ainda tem uma influência muito grande do que que os filhos vão ser pro futuro ou talvez, né, as gerações pós-Govana vão estar com uma outra pegada. Eu não sei se vão ser em 5 anos, sabe? Eh, talvez acho que um pouco mais longo.

Eu ainda vejo, acho que a tecnologia cada vez mais vem fomentando isso, traz, acho que um olhar bem diferente do que a gente vive hoje. Mas eu acho que eu ainda fico com uma dúvida, né, de como que vão ser, né? Eu eu falo o Ciro, né, o ex-presidente da Caloi, os filhos deles foram estudar nos Estados Unidos, economia, estão trabalhando em banco.

Então, assim, completamente o oposto da Giovana, né? Então assim, é um cara que minimamente vai estar seus próximos 20, 30 anos trabalhando com banco, que vai continuar no mundo corporativo. Não sei se é LT ou não, mas vai tá lá.

Eu não sei se essa transição vai ser tão rápida, né, de um pro outro. Eu tenho uma dúvida sobre >> minha filha. É isso.

A minha filha tem idade da Giovana e ela trabalha no banco em Nova York assim. Então assim, é um oposto assim, ela ela foi buscar uma além do corporativo, né? Porque banco ainda é uma demanda ainda maior do que o corporativo.

E ela falou: "É esse caminho que eu quero seguir, tem seus suas questões lá, mas tá seguindo, tá indo bem, tá? " Então, o que eu vejo que eu acho que tem da minha filha, tem da Giovane, que eu vejo dos jovens, eu quero começar a buscar o que eu quero. E aí ela pode ser o CLT, ela pode ser o funcionário público, ela pode ser o banco, mas é o que eu quero.

Eu acho que eles têm mais claro isso, talvez por tanto discussão de autoconhecimento que a gente tem falado hoje, que na nossa época que autoconhecimento já nada disso, né? Tanto conhecimento e e eu vejo que eles são mais claros do que eles querem. Eu acho que é isso.

Eu acho que é estar bem e fazer tudo com amor, né? Se você tá bem fazendo naquela profissão, é super válido. Sobre julgamento, assim, sobre profissão, eu escutei muito isso, né?

Como eu saí de casa muito cedo para batalhar pelos meus meus sonhos com 16 anos, muitas pessoas falaram: "Ah, essa menina vai se perder, vai engravidar, ela quer ser publicitária, quer trabalhar com cinema". Então assim, mas meus pais sempre me apoiaram. Então é fundamental esse apoio dos pais mesmo, né?

entender o que o filho quer e apoiar, porque no mundo, na rua, não é um mundo cor-de-osa. Eu achava que era, mas aí depois quando eu saí debaixo das asinhas dos meus pais, eu percebi que não é, o mundo é cruel. Então isso é fundamental mesmo, um apoio dentro de casa, sabe?

Entender o lado do filho. Meus pais, graças a Deus, sempre me apoiaram. O meu pai, um exemplo, ele deixou uma época o emprego dele para ir morar comigo no Rio, né, logo no início, porque eu tava na escola ainda assim que eu me mudei.

Então, acho que é o o que vale no momento, o apoio, né? E também não, eu vejo muito da minha geração, um exemplo, ah, eu quero ser influenciadora digital. Todo mundo hoje em dia, né, acha que é aquele glamur que é e não é.

Eu acho que se você for realmente deixar o CLT, deixar a sua empresa, que você tenha meta e clareza, porque ser influenciadora digital, você carrega um legado muito grande, é influenciar pessoas. Então você precisa saber o que você vai influenciar. Não é sobre só postar fotos, não é sobre só fazer um vídeo, né?

Então assim, tem pessoas que falam: "Jovens, não, quero ser influenciadora, vou pegar recebido". Não, se você não criar o seu cronograma no dia assim, vou acordar 8 horas da manhã, vou ler um livro, vou fazer isso, isso, você vai passar o dia todo no seu celular vendo a vida do outro. Então assim, saia de uma empresa, saia do CLT, não tenha medo se você tiver clareza e não tiver medo de enfrentar mesmo, porque não é fácil, você precisa manter >> e o a responsabilidade é muito grande, né?

>> Muito grande sobre influenciar. Hoje a gente entra nas redes sociais e, tipo, >> só vê, querendo ou não, muitas vezes asneira, né? coisa que não vai acrescentar nada em você.

Então você precisa saber como você vai influenciar e o que você está consumindo também. >> Super. Muito bom, André.

B, >> gente, [risadas] nós já estamos acabando. Vocês acreditam que já deu 45 minutos? >> É muito rápido.

>> É muito rápido. Muito rápido. E a gente queria terminar com com um quadro que a gente sempre termina, que é a pizza da Luía.

Essa Luía que eu tava contando, essa minha filha. Eh, a Luía era super irreverente, era uma menina sempre que me deu muito trabalho. E quando eu dizia para ela, Luía, deixa eu te dar um conselho.

Ela fala: "Mãe, conselho é igual pizza, no dia que eu precisar eu peço. " Aí eu falava: "Não, não, não, não, não, você vai escutar assim". E aí a gente trouxe o quadro da pizza da Luía para cá e é onde a gente quer ouvir de vocês o conselho que vocês já receberam, que foi muito útil na vida de vocês e que vocês queriam deixar agora pr as pessoas que estão aqui assistindo a gente.

>> Quer começar, por favor? faz. Eh, o meu conselho para jovens adultos é: comece pequeno, comece com aquilo que você tem.

Nunca é tarde para você realizar aquilo que você tem vontade. Não deixe o medo de forma nenhuma ser o resultado do seu propósito aqui na Terra, né? Então, vá, comece com o que você tem.

Independente da religião de cada pessoa, eu coloco Deus na frente de tudo e eu sei que ele vai suprir os meus sonhos. Então é isso, comece com o que você tem, não tenha medo e tenha fé e foco no seu propósito. >> Muito bom.

>> Muito bom. >> Tá difícil falar agora, né? [risadas] >> Com essa D.

Subiu bastante. >> Ela é maravilhosa. >> Mas acho, complementando muito do que você falou, é acreditar e assim, eh, acho que a todo momento fazer aquilo que você acredita, né?

Acho que para quem são as gerações, acho que é um pouco disso, né? Você acredita? Faça aquilo.

Eh, eu falo muito da na da na da minha equipe, né? Eu falo: "Tenha pertencimento, né? Eu falo a bicicleta, a bicicleta se veja fisicamente naquela bicicleta, na primeira pedalada de uma criança na beira da praia, você criou aquilo.

" >> Uhum. >> Não foi simplesmente um que você colocou na produção lá de Manaus e colocou para não tenha. Então é o que eu falo muito pra minha filha, né?

Eu falo: "É isso que você quer de? " >> É. >> Vai, aposta.

>> Você não vai ser uma única professora, você vai ser a professora. você vai ser uma historiadora. Tudo é muito amplo hoje em dia.

Então, faça aquilo com que você acredita. E eu falando muito pros jovens, eu falei muito pra Gisele também, é, é muito cedo, calma, você não precisa tomar todas as decisões, né? A gente fala de altos executivos com ciclos muito pequenos que dirá a juventude.

Falou: "Não precisa definir". Eu falo: "Gisé, eu com 14, 13 anos eu tive que entrar no mundo e eu perdi muito da minha juventude. Eu falo: "Não quero isso para você, mas eu também quero que você esteja preparada pro mundo.

" >> Então, tenha coragem, né? Acredite, faça aquilo que você realmente nesse momento você tá ali, é isso que eu quero. Talvez daqui a 5 anos você mude, você vai recomeçar, mas a vida são ciclos, né?

Aprendizados. Então tem a coragem. >> E experimentação é importante, né?

muito >> para dar o salto de fé, você precisa ter minimamente um experimento. Então aproveita esse mindset, essa mentalidade de startup para testar rápido e errar rápido. Experimenta.

>> Exato. >> E seja você, busca a sua verdade, sua a autenticidade, a originalidade, ela vai te ajudar tanto no mundo corporativo como CLT, quanto no empreendedorismo. >> Exato.

Porque sabe uma coisa que eu costumo dizer que assim, quando você faz o que os outros querem ou que você faz tudo diferente do que os outros querem, você também tá condicionado. >> Uhum. >> Você também tá o rebelde, o rebelde é condicionado, porque ele vai oposto aquilo que esperam dele, tá condicionado.

Então, acha a sua verdade, acha aquilo que vai te fazer brilhar o coração, né? Brilhar a alma. >> Muito bom.

>> Muito bem. Muito bom. [aplausos] Com esse episódio maravilhoso, nós encerramos, dona G, a temporada quatro.

Verdade. >> Então, se você acompanhou até aqui esse episódio, curta, comente, compartilhe. Provavelmente você vai mandar para uma, duas, 3, 4, 5, 10 pessoas.

Então, faça bom proveito desse conteúdo e a gente se vê na próxima. Tchau.